publicado por adm | Sábado, 18 Setembro , 2010, 20:31

A produção brasileira de alumínio primário alcançou 131,6 mil toneladas em agosto, marcando alta de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado, informou hoje a Associação Brasileira do Alumínio (Abal). No acumulado dos oito primeiros meses do ano, foram produzidas 1,023 milhão de toneladas, praticamente no mesmo nível do volume registrado de janeiro a agosto de 2009 (1,028 milhão de toneladas).

Só a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) - do grupo Votorantim - produziu 40,4 mil toneladas no mês passado, com alta de 0,5% em um ano. Na mesma base de comparação, o volume da Albras - subsidiária da Vale no Pará - também avançou 0,5%, chegando a 38,7 mil toneladas, enquanto a produção da BHP Billiton no Maranhão teve alta de 0,7%, para 14,8 mil toneladas.

Na Alcoa - que tem unidades em Poços de Caldas (MG) e em São Luís (MA) -, a alta foi a mais expressiva, de 9,8% em um ano, com a produção de 30,2 mil toneladas em agosto. Na contramão, a produção da Novelis em Ouro Preto (MG) e Aratu (BA) caiu 11,8%, para 7,5 mil toneladas.

fonte:economia.uol


publicado por adm | Quinta-feira, 09 Setembro , 2010, 00:03

A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) informou que mercado brasileiro consumiu 626,7 mil toneladas de produtos transformados de alumínio no primeiro semestre deste ano.


A cifra representa um aumento de 35,3% em relação as 463,1 mil toneladas consumidas nos primeiros seis meses de 2009, período que foi impactado fortemente pela crise econômico-financeira.

"Mesmo assim, se a comparação for feita com o primeiro semestre de 2008, ainda sem os efeitos da crise, o crescimento é de 17%", aponta a entidade.

 

De acordo com a Abal, o volume recorde registrado no primeiro semestre foi resultado do aumento do consumo de todos os produtos semimanufaturados, com destaque para Chapas (+28,5%), Extrudados (+45%), Fundidos (+43,9%) e Folhas (+32,4%), que juntos representam mais de 80% do mercado brasileiro.

 

"O mercado registrou um aumento nos principais setores da economia; na construção civil, o consumo do metal aumentou 37,5%; nos transportes, 43,4%; e no setor de embalagens, maior consumidor de alumínio, o crescimento foi de 26,1%", afirmou em nota Mauro Moreno, coordenador da Comissão de Economia e Estatística da ABAL.

Segundo Moreno, o volume registrado no primeiro semestre sustenta as previsões positivas da Abal de encerrar o ano com novo recorde de consumo, chegando a 1,289 milhão de toneladas.

 

Balança comercial

No primeiro semestre de 2010, o saldo comercial da indústria de alumínio foi de US$ 1,358 bilhão, o que corresponde a um incremento de 11,4% frente a mesmo período do ano passado.

As vendas externas da indústria brasileira do alumínio somaram US$ 1,822 bilhão, valor 18,9% superior ao apurado entre janeiro e junho de 2009. Já as importações encerraram o semestre com US$ 464 milhões, um aumento de 47,8%.

De acordo com as previsões da entidade, em 2010, as exportações do setor deverão totalizar US$ 4,050 bilhões, contra US$ 932 milhões das importações.

fonte:brasileconomico


publicado por adm | Quarta-feira, 01 Setembro , 2010, 23:51

O campeão absoluto da reciclagem no Brasil é o alumínio com 91,5% da matéria prima utilizada na indústria vindo de alumínio reciclado. Os dados de 2008 são do relatório de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta quarta-feira (01).

Em seguida, vêm as embalagens pet, vidro, latas de aço e papel com taxas entre 43% e 55%. As embalagens longa vida são as menos recicladas (pela dificuldade de separação dos componentes) com 26,6%.

 

As latas de alumínio têm o maior percentual de material reciclado devido ao alto valor de mercado da sucata de alumínio, associado ao elevado gasto de energia necessário para produção de alumínio metálico. As garrafas pet são o segundo material reciclado mais utilizado, 54,8% em 2008. A taxa de reciclagem do vidro vem se mantendo estável nos últimos anos, com 47% do total em 2008. No mesmo ano, 46,5% do aço consumido na indústria vinham de latas recicladas. Já 43,7% do total de papel consumido na indústria é reciclado.

 

No Brasil, os altos níveis de reciclagem estão mais associados ao valor das matérias-primas e aos altos níveis de pobreza e desemprego do que à educação e à conscientização ambiental. É por conta disto que o papel, o vidro, a resina pet, as latas de aço, e as embalagens cartonadas, de mais baixo valor de mercado, apresentam índices de reciclagem bem menores que as latas de alumínio.

 

O IBGE acredita que o estabelecimento, pelo governo federal, de preços mínimos para os materiais recicláveis deve elevar a proporção de materiais reciclados. Segundo o Instituto, apenas uma pequena parte do lixo produzido no Brasil é seletivamente coletado. A maior parte da reciclagem é feita por catadores, autônomos ou associados em cooperativas, que retiram do lixo os materiais de mais alto valor.

 

A coleta seletiva de lixo e a conscientização da população para separar os resíduos, antes de descartá-los, podem aumentar não apenas a eficiência da reciclagem, como também trazer melhorias na qualidade de vida de catadores e de outros trabalhadores que lidam com resíduos.

A reciclagem das embalagens longa vida tetrapak é mais recente e apresenta o menor valor 26,6%, sendo medida a partir de 1.999. Além de não possuir tanta tradição na reciclagem, a necessidade de separar os materiais componentes das embalagens tetrapak (papel, alumínio e plástico) é outro fator dificultador.

As embalagens longa vida, por dispensarem refrigeração, também contribuem para o combate à destruição da camada de ozônio, pois a refrigeração é o setor industrial que mais consome substâncias que destroem esta camada

A reciclagem, ao reduzir o consumo de energia e a extração de matérias-primas, reduz, também, a emissão de gases de efeito estufa associados à geração de energia pela queima de combustíveis fósseis.

fonte:odocumento


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