publicado por adm | Sábado, 24 Setembro , 2011, 19:17

A gigante do alumínio do magnata Oleg Deripaska, Rusal, está conduzindo negociações com a Iranian Mines and Mining Industries Development and Renovation Organization para a construção de uma fábrica de alumínio no Irã com capacidade de 375 mil toneladas. A fábrica teria condições de produzir 9% de toda a produção atual de alumínio da empresa.

A informação foi divulgada na quinta-feira, 22, pelo jornal russo “Kommersant”, que teve acesso ao protocolo da Comissão de Cooperação Comercial e Econômica Rússia-Irã, que se reuniu em 10 e 11 de setembro deste ano. Os representantes da Rusal disseram aos jornalistas que a companhia está interessada na diversificação geográfica da produção, e o Irã seria uma possibilidade.

Rusal negou negociações concretas com governo iraniano. Fontes do jornal, entretanto, afirmam que as negociações estão sendo conduzidas há anos. A empresa, segundo o “Kommersant”, estaria evitando publicidade sobre a transação, em função das sanções internacionais que poderiam ser aplicadas no caso de uma parceria com o Irã.

fonte:http://www.diariodarussia.com.br/


publicado por adm | Segunda-feira, 19 Setembro , 2011, 22:59

O alumínio é o metal mais reciclado no mundo.

Mas, como acontece no mercado de automóveis, "alumínio usado" não é a mesma coisa que "alumínio zero km".

Liga indesejável

A reciclagem de alumínio consome apenas 5% da energia utilizada na produção do alumínio novo.

No entanto, cada vez que o alumínio é reciclado, vários elementos, como ferro, silício e zinco, bem como elementos-traço, como sódio e chumbo, juntam-se ao metal, produzindo uma espécie de "liga indesejável".

Até agora isso tem colocado limitações claras aos usos do alumínio reciclado, devido às alterações nas propriedades do metal reciclado em comparação com o metal novo.

A indústria vem dando um "jeitinho" diluindo o alumínio reciclado no alumínio novo, de forma a diminuir a concentração dos elementos indesejáveis até que eles atinjam níveis aceitáveis.

Solução nobre

Mas Yanjun Li e seus colegas do Instituto Sintef, na Noruega, acreditam que uma solução bem mais nobre pode ser obtida com a ajuda da matemática.

O alumínio reciclado hoje acaba sendo direcionado para a fundição. Mas os produtos mais nobres são feitos por laminação ou extrusão, que exigem um material mais puro e com propriedades homogêneas.

Na extrusão, por exemplo, um bloco sólido de alumínio é prensado por uma gigantesca prensa contra um molde de aço que contém os furos no formato exato da peça desejada - o alumínio deve fluir perfeitamente para não gerar peças defeituosas.

"As impurezas que se acumulam no alumínio pelos repetidos ciclos de reciclagem afetam as propriedades mecânicas do material reciclado. No entanto, mudando a composição da liga, as condições de temperatura e a velocidade do processo de homogeneização - o estágio inicial em um processo de têmpera realizado antes da laminação e da extrusão - é possível compensar isso," diz Yanjun.

Nobreza matemática

Se parece fácil, não é. Tentar encontrar a receita correta com tantos ingredientes a serem variados é praticamente impossível na base da tentativa e erro.

É aí que entra a matemática. Os cientistas estão desenvolvendo modelos matemáticos e testando-os em experimentos de laboratório. "Os resultados iniciais são animadores," diz Yanjun.

O objetivo final é desenvolver três modelos diferentes, que vão mostrar como a microestrutura do alumínio reciclado é afetada por várias modificações na homogeneização durante os processos de extrusão e laminação.

Modelo de reciclagem

"Nós demonstramos que a ponto de escoamento das ligas pode ser aumentado em 50% modificando-se o processo de homogeneização. Em linguagem simples, isto significa que o material poderá ser dobrado muito mais antes de quebrar," afirma o pesquisador.

Segundo ele, o uso dos modelos matemáticos permitirá o uso do alumínio reciclado em virtualmente qualquer aplicação.

O que é uma boa notícia, uma vez que o aumento da reciclagem do alumínio está produzindo mais matéria-prima do que o setor de fundição consegue absorver.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br


publicado por adm | Quinta-feira, 25 Agosto , 2011, 23:38

Alta foi registrada na comparação com o mesmo período de 2010, segundo Associação Brasileira do Alumínio

 

O consumo brasileiro de produtos transformados de alumínio no primeiro semestre de 2011 somou 693,5 mil toneladas, volume 13,2% superior ao registrado no mesmo período de 2010, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

Para este ano, a associação estima um consumo de 1,417 milhão de toneladas, alta de 9,1% ante o ano anterior.

A Abal informou que o segmento de embalagens continuou como o principal consumidor de produtos de alumínio, com um participação de aproximadamente 28%.

Segundo a entidade, as vendas externas do setor nos primeiros seis meses do ano chegaram a US$ 2,064 bilhões, valor que inclui exportações de bauxita, alumina e alumínio.

As importações, por sua vez, somaram US$ 829 milhões. A projeção da Abal é que as exportações em 2011 atinjam US$ 4,450 bilhões e as importações, US$ 1,524 bilhão.

fonte:http://economia.ig.com.br


publicado por adm | Sexta-feira, 19 Agosto , 2011, 21:36

A preocupação com o meio ambiente está definitivamente na pauta de arquitetos e construtores. A busca por soluções sustentáveis tem norteado os projetos e a escolha dos materiais é cada vez mais criteriosa. Nesse contexto, o alumínio se mostra como opção viável tanto do ponto de vista ambiental quanto financeiro. Além da durabilidade e capacidade de reaproveitamento, o material é ideal para projetos que favorecem a iluminação natural. 

Na opinião do arquiteto especialista em projetos sustentáveis, Hernando Laguna, o alumínio oferece diversos benefícios. "Gosto de trabalhar com o alumínio. As esquadrias permitem maior área de vidro se comparada com a madeira, por exemplo, e possibilita melhor entrada de luz natural, reduzindo o consumo de energia elétrica", afirma. 

Para Laguna, o material oferece outros atrativos para projetos sustentáveis, como o melhor fechamento e menor abertura nas frestas. "Com menos pó e poluição, há uma melhora considerável na qualidade do ambiente interno", explica o arquiteto. "As esquadrias possibilitam o controle eficaz da temperatura e da umidade relativa do ar", complementa. 

 

Um projeto sustentável também prevê a minimização dos resíduos e a reutilização dos materiais. Nesses aspectos, o alumínio também se destaca. "Embora a madeira e ferro sejam materiais mais naturais, existe pouca chance de reutilização. Por esse motivo, aconselho o uso de metais que possam ser reciclados, preservando assim as reservas naturais e jazidas. O alumínio oferece essa possibilidade", afirma Laguna. 

Por serem bem mais leves que o ferro e a madeira, as esquadrias produzidas com alumínio diminuem os gastos estruturais das obras e, em muitos casos, não exigem fixação com cimento. O alumínio também é 100% reciclável e possui mais de 40 anos de vida útil sem apresentar danos causados pelas ações do tempo como a ferrugem encontrada nas esquadrias de ferro. 

Recompra de esquadrias para reciclagem 

Para contribuir com a causa ambiental e ainda auxiliar os clientes, a Epros, empresa especializada em esquadrias de alumínio personalizada, ampliou a oportunidade de reciclar esses materiais sem que os clientes demandem de tempo e mobilidade para reciclar as esquadrias antigas. "No momento que o cliente da Epros decide trocar as esquadrias, seja por reforma ou novo design, compramos a esquadria antiga e reciclamos", diz Adnei Fernandes, diretor financeiro da empresa. 

Na política adotada pela companhia, a esquadria precisa ter sido fabricada pela Epros e o material é comprado de acordo com a cotação do dia para o alumínio reciclável. Em outra ação sustentável, a empresa investe ainda na reutilização dos materiais descartados dentro da fábrica. A maior parte das sobras é destinada à reciclagem e o restante é aproveitado em atividades internas com os colaboradores da empresa, uma forma de reaproveitar o alumínio e dar uma nova forma as sucatas. O resultado dos melhores trabalhos desenvolvidos pelos funcionários é motivado pela conquista de premiações internas. A compra de duas máquinas da empresa italiana Emmegi também contribuiu para o melhor aproveitamento do material e redução de resíduos.

fonte:http://www.bonde.com.br/


publicado por adm | Domingo, 19 Junho , 2011, 18:12

 

 

Engajada com a necessidade de preservação dos recursos naturais e a sustentabilidade, a Zetaflex, fabricante de toldos e coberturas, tem em seu portfólio diversas opções de produtos constituídos em alumínio. A matéria-prima é encontrada com abundância no Brasil e tem como vantagem o fato de ser totalmente reciclável, favorecendo o reuso sem perder suas características.

Comparado a outros materiais, além de não enferrujar, o alumínio é indicado também pela capacidade de refletir os raios ultravioleta emitidos pelo Sol, dissipando rapidamente o calor e favorecendo o conforto térmico dos ambientes. As coberturas AeroTeto e AeroMax e o toldo Zetalum Califórnia são algumas das opções em alumínio oferecidas pela empresa.

Versátil, a cobertura AeroTeto é uma criação exclusiva da Zetaflex no ramo de cobertura que abre, para em qualquer posição intermediária e fecha, permitindo o controle total da iluminação e aeração. Por meio do sistema exclusivo Aeromatic, o abrir e fechar do produto tornou-se ainda mais facilitado, uma vez que é acionado confortavelmente por meio de controle remoto ou interruptor e, silenciosamente, faz as placas girarem até 90 graus.

Outro produto é o sistema Aeromax, única cobertura do mundo capaz de descobrir 2/3 da área onde é aplicado sem a necessidade de espaço adicional, diferentemente de outras coberturas retráteis do mercado. O sistema Aeromax apresenta as opções em alumínio ou policarbonato e também faz parte do enorme acervo de patentes da Zetaflex.

O Toldo Zetalum Califórnia, além de seu design tradicional e elegante, tem como grande diferencial, segundo o fabricante, o método construtivo, que não usa perfuração nas chapas de alumínio para fixação, tornando-o à prova de vazamentos.Soluções sustentáveis

fonte:http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/


publicado por adm | Sábado, 23 Abril , 2011, 00:03

Carros feitos de alumínio não são nenhuma novidade.

Mas que tal um carro que usa o alumínio como combustível?

Mas especificamente, um carro cujo combustível sejam os anéis usados para tampar as latinhas de alumínio de refrigerante.

Foi justamente isto o que criaram Aleix Llovet e Xavier Salueña, da Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha.

Carro movido a alumínio

O carro é um pequeno modelo de controle remoto, batizado de dAlH2Orean, que pode "queimar" tanto anéis de latinhas de alumínio descartados quanto quaisquer outros pedaços residuais de alumínio.

No tanque, o alumínio é misturado com hidróxido de sódio e água.

O dAlH2Orean atinge até 30 km/h e pode rodar por até 40 minutos antes de precisar de reabastecimento.

O pequeno carro é na verdade um carro elétrico alimentado por uma célula a combustível de hidrogênio.

A novidade é que o hidrogênio é gerado dentro do próprio carro.

Tudo começa quando o alumínio é misturado com água e hidróxido de sódio. A reação entre o hidróxido de sódio, que funciona como um catalisador, e o alumínio, gera o hidrogênio.

Depois de ser filtrado em um filtro de vinagre e água, para eliminar os traços de hidróxidos, o hidrogênio passa por um segundo filtro de sílica gel, onde o excesso de umidade é retirado do gás.

Finalmente, o hidrogênio purificado é usado para alimentar a célula a combustível.

A célula a combustível gera eletricidade, que alimenta os motores elétricos do carro.

Carro ambientalmente correto

Segundo os cientistas, o novo sistema de propulsão é limpo: além de fechar o ciclo do alumínio, não é gerada nenhuma emissão de CO2.

A célula a combustível gera apenas eletricidade e água, que pode ser reaproveitada no seu "tanque de combustível".

O tanque do carro não fica exatamente vazio quando o combustível acaba. A reação entre o alumínio, a água e o hidróxido de sódio gera hidróxido de alumínio.

O hidróxido de alumínio pode ser eventualmente calcinado para se transformar em alumina, o composto original a partir do qual o alumínio é produzido - uma saída prática, embora eventualmente não seja viável economicamente se pensada em larga escala.

Outro resíduo é a água salgada, que fica no filtro de vinagre depois que este reage com os hidróxidos.

Motor a alumínio

Os pesquisadores veem seu carrinho de controle remoto movido a alumínio como uma plataforma para desenvolvimento de carros maiores.

Segundo eles, um veículo de 5 HP - eventualmente uma motocicleta ou uma bicicleta motorizada - pode ser movido por cerca de uma hora com 3 quilogramas de alumínio descartado.

Um pequeno carro, que use um motor de 60 HP, consumirá cerca de 30 quilogramas de alumínio por hora. Isto é mais ou menos o equivalente ao consumo de um carro a gasolina em termos de peso e de valor - a cotação do alumínio está por volta de US$2,50 o quilograma.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/


publicado por adm | Quarta-feira, 01 Dezembro , 2010, 11:39

Sandy Sanderson é um verdadeiro artista!

É capaz de transformar simples latas que o destino mais provável seria a reciclagem em magnificas replicas de carros!

O artista Sandy Sanderson, que vive em Hamilton, na Nova Zelândia vai nos mostrar uma idéia bem interessante para reciclar latinhas de alumínio. Sandy cria belos exemplares de carros antigos, utilizando latinhas descartadas de refrigente e cerveja.

Os carrinhos de lata são cheios de minunciosos detalhes, feitos á partir de desenhos, cálculos, medidas e observação do modelo original em fotos de revistas. Com talento e habilidade o artista consegue um resultado espetacular em sua arte com latinha de alumínio.

Vamos apreciar a arte em latinhas de alumínio de Sandy Sanderson


Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio

fonte:bocaberta

publicado por adm | Domingo, 28 Novembro , 2010, 23:27

O mercado brasileiro de produtos metalúrgicos está sendo invadido pela China, que importa a matéria prima, minério de ferro, bauxita, e exporta bens industrializados. Os números assustam e deveriam preocupar o governo.

 

Não é novidade? É sim. Antes, as empresas chinesas, quase todas estatais, agiam com discrição, temendo reações. Como não surgiram, continuamos aceitando tudo, estão chegando com força total - ainda sob o olhar complacente do governo.

Mas importamos porque eles produzem mais barato! Não é bem assim. Eles têm custos menores porque subsidiam fortemente a produção - impostos, juros, protecionismo cambial, financiamentos às exportações - enquanto aqui se faz exatamente o oposto. Em uma frase, eles exportam subsídios e, nós, impostos.

É um processo de desindustrialização? A coluna já abriu espaço para a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, para a qual há desindustrialização, sim. O debate ganhou força com um documento interno do Ministério do Desenvolvimento, concordando. É um problema grave porque afeta toda indústria de metais, da siderúrgica ao alumínio.

A FGV realizou estudo sobre um caso especial, o alumínio, e apresentou conclusões impressionantes. Entre 2009 e 2010, as exportações chinesas para o Brasil de produtos industrializados de alumínio aumentaram, e muito. Este ano, 140% até outubro, sobre o mesmo período de 2009. Isso é mais grave porque também ocorre nos produtos siderúrgicos.

O estudo já foi encaminhado para o governo pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Seu presidente, Adjarma Azevedo, afirma que não se trata de setores isolados, mas de toda a cadeia produtiva do setor.

Ela inclui alumina (óxido de alumínio), alumínio primário, transformado - como folhas e chapas. É neste último que a China vem avançando velozmente, afirma Azevedo. As importações dobraram em dez meses, até outubro. Um aumento de 103%.

Mas a produção brasileira de bauxita e outros minérios, como ferro, vem aumentando, argumenta a coluna.

De exportador para importador? Sim, responde Azevedo, mas a importação dos demais produtos derivados, como o alumínio aumenta proporcionalmente muito mais. "A FGV e a Abal estimam que, em 2012, em apenas dois anos, portanto, o Brasil passa de exportador para importador de alumínio. É isso o que o estudo da FGV confirma. E nos inquieta. Já levamos o assunto ao governo."

O Brasil é o terceiro produtor mundial de bauxita e alumina e é um grande exportador, mas, vemos perder terreno no mercado mundial na medida em que minério vai se transformando em produtos industrializados, diz ele.

E dá um exemplo. O Brasil continua avançando muito na produção do minério de alumínio, bauxita. Em 2000, ele representava 10% da produção mundial e, no ano passado, pulou para 13%. Ganhou espaço. A produção de alumina, o primeiro processo proveniente da bauxita refinada, passou de 7% para 10%, no período. Mas quando chegamos aos produtos acabados, finais, a participação brasileira manteve-se em apenas 2% do mercado mundial.

"Passamos a exportar mais minério e a importar mais produtos acabados, criando empregos no exterior, não no Brasil."

O estudo da FGV também aponta como causa dessa perda de competitividade para a China a carga tributária, juros, câmbio e principalmente o alto custo da energia

No Brasil, os impostos representam 35,8% do PIB enquanto que na China é 23%, nos Estados Unidos 31,7%, no Japão 31% e na Coreia do Sul, 30,9%. Mas o peso principal é o custo da energia. No Brasil, ele é em média 140% maior que nos na África, Austrália, Oriente Médio.

"De acordo com a Aneel, as tarifas industriais de energia aumentaram 189% entre 2001 e 2009 enquanto a inflação medida (IGP-M), foi de 87% no período. Em seis anos, o custo médio de energia aumentou 129%" , diz a FGV.

Os EUA, o Canadá, a União Europeia, a Índia e a Austrália, que sofrem a mesma concorrência, já estão aplicando medidas de defesa.

"É urgente que o governo brasileiro adote medidas de defesa comercial, antes que a desestruturação da indústria se torne irreversível", alerta Azevedo.

fonte:estadao


publicado por adm | Sábado, 18 Setembro , 2010, 20:31

A produção brasileira de alumínio primário alcançou 131,6 mil toneladas em agosto, marcando alta de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado, informou hoje a Associação Brasileira do Alumínio (Abal). No acumulado dos oito primeiros meses do ano, foram produzidas 1,023 milhão de toneladas, praticamente no mesmo nível do volume registrado de janeiro a agosto de 2009 (1,028 milhão de toneladas).

Só a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) - do grupo Votorantim - produziu 40,4 mil toneladas no mês passado, com alta de 0,5% em um ano. Na mesma base de comparação, o volume da Albras - subsidiária da Vale no Pará - também avançou 0,5%, chegando a 38,7 mil toneladas, enquanto a produção da BHP Billiton no Maranhão teve alta de 0,7%, para 14,8 mil toneladas.

Na Alcoa - que tem unidades em Poços de Caldas (MG) e em São Luís (MA) -, a alta foi a mais expressiva, de 9,8% em um ano, com a produção de 30,2 mil toneladas em agosto. Na contramão, a produção da Novelis em Ouro Preto (MG) e Aratu (BA) caiu 11,8%, para 7,5 mil toneladas.

fonte:economia.uol


publicado por adm | Quinta-feira, 09 Setembro , 2010, 00:03

A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) informou que mercado brasileiro consumiu 626,7 mil toneladas de produtos transformados de alumínio no primeiro semestre deste ano.


A cifra representa um aumento de 35,3% em relação as 463,1 mil toneladas consumidas nos primeiros seis meses de 2009, período que foi impactado fortemente pela crise econômico-financeira.

"Mesmo assim, se a comparação for feita com o primeiro semestre de 2008, ainda sem os efeitos da crise, o crescimento é de 17%", aponta a entidade.

 

De acordo com a Abal, o volume recorde registrado no primeiro semestre foi resultado do aumento do consumo de todos os produtos semimanufaturados, com destaque para Chapas (+28,5%), Extrudados (+45%), Fundidos (+43,9%) e Folhas (+32,4%), que juntos representam mais de 80% do mercado brasileiro.

 

"O mercado registrou um aumento nos principais setores da economia; na construção civil, o consumo do metal aumentou 37,5%; nos transportes, 43,4%; e no setor de embalagens, maior consumidor de alumínio, o crescimento foi de 26,1%", afirmou em nota Mauro Moreno, coordenador da Comissão de Economia e Estatística da ABAL.

Segundo Moreno, o volume registrado no primeiro semestre sustenta as previsões positivas da Abal de encerrar o ano com novo recorde de consumo, chegando a 1,289 milhão de toneladas.

 

Balança comercial

No primeiro semestre de 2010, o saldo comercial da indústria de alumínio foi de US$ 1,358 bilhão, o que corresponde a um incremento de 11,4% frente a mesmo período do ano passado.

As vendas externas da indústria brasileira do alumínio somaram US$ 1,822 bilhão, valor 18,9% superior ao apurado entre janeiro e junho de 2009. Já as importações encerraram o semestre com US$ 464 milhões, um aumento de 47,8%.

De acordo com as previsões da entidade, em 2010, as exportações do setor deverão totalizar US$ 4,050 bilhões, contra US$ 932 milhões das importações.

fonte:brasileconomico


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