publicado por adm | Quinta-feira, 25 Agosto , 2011, 23:38

Alta foi registrada na comparação com o mesmo período de 2010, segundo Associação Brasileira do Alumínio

 

O consumo brasileiro de produtos transformados de alumínio no primeiro semestre de 2011 somou 693,5 mil toneladas, volume 13,2% superior ao registrado no mesmo período de 2010, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

Para este ano, a associação estima um consumo de 1,417 milhão de toneladas, alta de 9,1% ante o ano anterior.

A Abal informou que o segmento de embalagens continuou como o principal consumidor de produtos de alumínio, com um participação de aproximadamente 28%.

Segundo a entidade, as vendas externas do setor nos primeiros seis meses do ano chegaram a US$ 2,064 bilhões, valor que inclui exportações de bauxita, alumina e alumínio.

As importações, por sua vez, somaram US$ 829 milhões. A projeção da Abal é que as exportações em 2011 atinjam US$ 4,450 bilhões e as importações, US$ 1,524 bilhão.

fonte:http://economia.ig.com.br


publicado por adm | Sábado, 23 Julho , 2011, 11:28

Com real valorizado e alto custo de energia, sai mais barato para as indústrias comprar o insumo do exterior

País não tem nova fábrica desde 1985, apesar de ser produtor do minério que é usado como matéria-prima

O Brasil inverteu sua vocação de exportador de alumínio primário para importador, pela primeira vez.
A queda na produção do país e a alta do consumo fizeram as importações duplicarem no primeiro semestre, segundo dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior).
Aliado à queda de 21% nas exportações, o aumento de 99% nas compras reduziu o superavit do setor a US$ 21 milhões no semestre. No mesmo período de 2010, o superavit foi de US$ 424 milhões.
Com o real valorizado, sai mais barato para as empresas comprar o insumo no exterior do que investir em novas fábricas no Brasil.
O setor culpa também os altos custos da energia, pois eles tornaram a produção nacional pouco competitiva. Nenhuma fábrica de produção de alumínio primário no país foi construída desde 1985.
Ao contrário, projetos em funcionamento foram fechados nos últimos anos. Recentemente, a Novelis encerrou a produção de sua fábrica em Aratu (BA), que fornecia mais de 50 mil toneladas por ano.
A Rio Tinto escolheu o Paraguai para a construção de sua nova unidade. A Vale vendeu seus ativos de alumínio no país para a norueguesa Norsk Hydro.
Com o fechamento de fábricas, a produção interna de alumínio primário caiu 7% no primeiro semestre, somando 709 mil toneladas, segundo a Abal (Associação Brasileira do Alumínio). Com o aumento do consumo, estimado em 13% em 2011 pela entidade, a saída é comprar do exterior.
A Novelis prevê importar 40 mil toneladas de metal para complementar o suprimento interno neste ano.
A Vorantim Metais, antiga Cia. Brasileira do Alumínio, também recorre ao exterior para abastecer a demanda.
"Importamos material semitransformado para fazer acabamento dentro de nossas operações industriais em decorrência do atraso na expansão da produção de alumínio em nossa fábrica. Isso porque ainda não temos energia com preço competitivo para concluir esse projeto", afirmou a empresa, em nota.
"Temos a terceira maior reserva de bauxita do mundo, mas passaremos a exportar o minério sem valor agregado em vez de vendermos alumínio, se as coisas continuarem nesse rumo", diz Adjarma Azevedo, presidente da Abal.
Para ele, em 2012 o consumo de alumínio primário estará no mesmo patamar da oferta e, em 2013, a balança será deficitária. Em produtos acabados, como folhas e chapas de alumínio, as importações já superam as vendas.
A indústria nacional está demandando mais alumínio para produzir lata de bebidas, chapa para embalagens, fio e cabo para transmissão de energia, perfil para construção civil e peça para veículos.
"São indústrias com um crescimento bem alto e, para suprir essa demanda, têm de importar", diz Cristiane Mancini, analista da Lafis.

SOLUÇÃO DISTANTE
Abal e governo federal debatem medidas para estimular o setor na nova política industrial. Mas, segundo Mancini, só uma mudança no custo da energia resolveria.
A solução pode estar no gás do pré-sal. "Mas isso ainda é realidade distante", afirma Alexandre Rangel, diretor da Ernst & Young.
No Brasil, o MWh (megawatt-hora) custa, em média, R$ 37 para a indústria. Na China e no Oriente Médio, esse custo é de R$ 17 e R$ 20, respectivamente, segundo a Lafis. A energia representa de 25% a 40% do custo de produção do alumínio, segundo a Ernst & Young.

fonte:http://portosenavios.com.br

tags:

publicado por adm | Sábado, 16 Julho , 2011, 18:38

O governo criou mais um grupo de trabalho para estudar medidas de competitividade para um setor produtivo, desta vez para a cadeia do alumínio. O grupo será composto por integrantes dos ministérios de Minas e Energia (MME) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

 

Os estudos desenvolvidos pelo grupo também terão a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Empresa  de Pesquisa Energética (EPE) e de representantes da indústria do alumínio. Além de buscar alternativas para aumentar a competitividade do produto, a objetivo é analisar o aumento do valor agregado no País. O prazo para a apresentação de sugestões de medidas para o setor é de 120 dias.

fonte:http://www.dgabc.com.br/

tags:

publicado por adm | Domingo, 28 Novembro , 2010, 23:27

O mercado brasileiro de produtos metalúrgicos está sendo invadido pela China, que importa a matéria prima, minério de ferro, bauxita, e exporta bens industrializados. Os números assustam e deveriam preocupar o governo.

 

Não é novidade? É sim. Antes, as empresas chinesas, quase todas estatais, agiam com discrição, temendo reações. Como não surgiram, continuamos aceitando tudo, estão chegando com força total - ainda sob o olhar complacente do governo.

Mas importamos porque eles produzem mais barato! Não é bem assim. Eles têm custos menores porque subsidiam fortemente a produção - impostos, juros, protecionismo cambial, financiamentos às exportações - enquanto aqui se faz exatamente o oposto. Em uma frase, eles exportam subsídios e, nós, impostos.

É um processo de desindustrialização? A coluna já abriu espaço para a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, para a qual há desindustrialização, sim. O debate ganhou força com um documento interno do Ministério do Desenvolvimento, concordando. É um problema grave porque afeta toda indústria de metais, da siderúrgica ao alumínio.

A FGV realizou estudo sobre um caso especial, o alumínio, e apresentou conclusões impressionantes. Entre 2009 e 2010, as exportações chinesas para o Brasil de produtos industrializados de alumínio aumentaram, e muito. Este ano, 140% até outubro, sobre o mesmo período de 2009. Isso é mais grave porque também ocorre nos produtos siderúrgicos.

O estudo já foi encaminhado para o governo pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Seu presidente, Adjarma Azevedo, afirma que não se trata de setores isolados, mas de toda a cadeia produtiva do setor.

Ela inclui alumina (óxido de alumínio), alumínio primário, transformado - como folhas e chapas. É neste último que a China vem avançando velozmente, afirma Azevedo. As importações dobraram em dez meses, até outubro. Um aumento de 103%.

Mas a produção brasileira de bauxita e outros minérios, como ferro, vem aumentando, argumenta a coluna.

De exportador para importador? Sim, responde Azevedo, mas a importação dos demais produtos derivados, como o alumínio aumenta proporcionalmente muito mais. "A FGV e a Abal estimam que, em 2012, em apenas dois anos, portanto, o Brasil passa de exportador para importador de alumínio. É isso o que o estudo da FGV confirma. E nos inquieta. Já levamos o assunto ao governo."

O Brasil é o terceiro produtor mundial de bauxita e alumina e é um grande exportador, mas, vemos perder terreno no mercado mundial na medida em que minério vai se transformando em produtos industrializados, diz ele.

E dá um exemplo. O Brasil continua avançando muito na produção do minério de alumínio, bauxita. Em 2000, ele representava 10% da produção mundial e, no ano passado, pulou para 13%. Ganhou espaço. A produção de alumina, o primeiro processo proveniente da bauxita refinada, passou de 7% para 10%, no período. Mas quando chegamos aos produtos acabados, finais, a participação brasileira manteve-se em apenas 2% do mercado mundial.

"Passamos a exportar mais minério e a importar mais produtos acabados, criando empregos no exterior, não no Brasil."

O estudo da FGV também aponta como causa dessa perda de competitividade para a China a carga tributária, juros, câmbio e principalmente o alto custo da energia

No Brasil, os impostos representam 35,8% do PIB enquanto que na China é 23%, nos Estados Unidos 31,7%, no Japão 31% e na Coreia do Sul, 30,9%. Mas o peso principal é o custo da energia. No Brasil, ele é em média 140% maior que nos na África, Austrália, Oriente Médio.

"De acordo com a Aneel, as tarifas industriais de energia aumentaram 189% entre 2001 e 2009 enquanto a inflação medida (IGP-M), foi de 87% no período. Em seis anos, o custo médio de energia aumentou 129%" , diz a FGV.

Os EUA, o Canadá, a União Europeia, a Índia e a Austrália, que sofrem a mesma concorrência, já estão aplicando medidas de defesa.

"É urgente que o governo brasileiro adote medidas de defesa comercial, antes que a desestruturação da indústria se torne irreversível", alerta Azevedo.

fonte:estadao


publicado por adm | Quinta-feira, 06 Maio , 2010, 23:33

A Coca-Cola pretende ampliar seus negócios no Piauí, agora com a implantação de uma fábrica para produção de latas de alumínio. O projeto foi apresentado por executivos da Norsa, controladora da Coca-Cola no Nordeste, ao secretário da Fazenda do Estado, Silvano Alencar. A empresa deseja fazer parte do programa de incentivo fiscal para atividades inovadoras no Estado - como é o caso da produção de embalagens de alumínio.

O projeto representa um investimento inicial de R$ 20 milhões, conforme o planejamento desenvolvido pela Norsa. A fábrica de latas será instalada no polo da Coca-Cola no Piauí, na zona Norte de Teresina. A apresentação do projeto aconteceu em reunião na Secretaria da Fazenda do Estado, da qual também participaram o superintendente da Receita Estadual, Emílio Júnior, e o diretor da Unidade de Administração Tributária (Unatri), Paulo Roberto de Holanda.

Durante o encontro, também foram solicitados os benefícios fiscais e industriais para a implantação da indústria. “Para o Estado do Piauí, a vinda desta nova indústria produzirá novos empregos, diretos e indiretos, aumentará o consumo de bens como combustível, e representa maior poder aquisitivo para a população piauiense. A indústria trará grandes resultados para a nossa economia”, comenta o secretário da Fazenda, Silvano Alencar.

No Piauí, existe a lei 4859/96, que possibilita a concessão de incentivos fiscais, dispensa do pagamento do ICMS para as agroindústrias instaladas no Estado.

Com a possível instalação de uma nova indústria ligada à Coca-Cola, seu polo industrial ganhará novas dimensões no Estado, trazendo maiores benefícios econômicos.

O projeto passará por estudo na Comissão de Desenvolvimento Econômico (Coden), órgão da Secretaria da Fazenda, responsável pela análise e aprovação dos incentivos baseados no levantamento dos benefícios trazidos com a instalação da nova indústria.

fonte:www.tvcanal13.com.br


publicado por adm | Terça-feira, 27 Abril , 2010, 23:51

Metal diminui em até 50% o peso dos veículos e aprimora sua performance e potência

A retomada de vendas de veículos - que foi favorecida pela redução do IPI - deu novo fôlego para um segmento de negócios que já apresentava vendas em alta: a utilização do alumínio no setor de autopeças. Líder mundial em laminados e reciclagem, a Novelis é uma das empresas que vêm ampliando suas vendas para este setor e prevê incremento de negócios em função das crescentes aplicações do metal nessa indústria, especialmente para a fabricação de peças de automóveis e ônibus.


No Brasil, a Novelis fornece chapas industriais para a confecção de peças automotivas e mantém uma parceria com a empresa Scórpios Indústria Metalúrgica Ltda.. Esta peça era importada até 2002, período em que a Scórpios passou a produzi-la e comercializá-la no mercado interno, graças a esta parceria, na qual a Novelis fornece a matéria-prima.


"A oportunidade das montadoras adquirirem os defletores de calor no Brasil possibilitou uma redução de custos e eliminou problemas com questões como frete e câmbio," destaca o gerente comercial da Scórpios, Flávio C. Trovo.


De acordo com o gerente comercial, Antonio Carlos de Assis, há possibilidade de o mercado brasileiro incrementar o uso do alumínio em carros, o que já ocorre na Europa e nos Estados Unidos. No exterior, por exemplo, a Novelis Inc. será a única fornecedora de chapas de alumínio para o novo sedan Jaguar XJ. De acordo com a montadora, o carro com estrutura de alumínio fará o XJ pelo menos 150 quilos mais leve quando comparado a seus principais concorrentes, aprimorando, assim, sua performance. O uso do metal também oferecerá maior resistência, requinte e segurança ao veículo.


"Há muito espaço para inovação. O uso deste metal no setor de transporte diminui o peso do veículo, e, consequentemente, aprimora sua potência e traz maior rentabilidade às empresas," informa Assis.


É importante ressaltar também que, entre as qualidades do alumínio, está o fato de ser um metal que pode ser infinitamente reciclado, sem perder suas características originais. "O mundo no século XXI pensa constantemente na conservação do meio ambiente e em práticas sustentáveis para os negócios. E o alumínio é o material ideal para esse cenário," observa o executivo.


Enquanto empresa que busca trabalhar em conjunto com clientes no Brasil para atender às suas necessidades e se antecipar a elas, a Novelis prevê desenvolver novos produtos que atendam às demandas das montadoras.


QUALIDADE E SEGURANÇA


Carros, caminhões e ônibus que utilizam alumínio em sua estrutura são mais rápidos e econômicos. A substituição do aço ou do ferro fundido por alumínio, em aplicações do setor automotivo, pode diminuir em até 50% do peso do veículo, aprimorando, assim, o seu desempenho.


O alumínio, por ser mais leve do que os demais metais, também permite maior capacidade de carga, com menor consumo de combustível e emissão de poluentes ao meio ambiente. Além disso, esse metal absorve duas vezes mais a energia de impacto em uma colisão e oferece o dobro da resistência quando comparado ao aço.

Fonte:www.oserrano.com.br


publicado por adm | Domingo, 25 Abril , 2010, 13:28

O Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL) do Departamento de Energia dos Estados Unidos e a Alcoa instalaram recentemente uma nova tecnologia de Concentração de Energia Solar (CES), projetada pela companhia, que utiliza espelhos de alumínio no lugar de espelhos de vidro. Os testes estão sendo feitos em um laboratório em Golden, no Colorado, nos EUA.  

Com os testes, a empresa pretende medir a eficiência do coletor para gerar energia e avaliar seu desempenho estrutural. O projeto está sendo parcialmente financiado por uma verba de US$ 2,1 milhões do Departamento de Energia. A expectativa é que os resultados dos testes sejam divulgados no segundo trimestre deste ano, quando o sistema passará para a fase de testes em grande escala.

Fonte:www.odebate.com.br


pesquisar neste blog
 
links
subscrever feeds