publicado por adm | Domingo, 19 Junho , 2011, 18:12

 

 

Engajada com a necessidade de preservação dos recursos naturais e a sustentabilidade, a Zetaflex, fabricante de toldos e coberturas, tem em seu portfólio diversas opções de produtos constituídos em alumínio. A matéria-prima é encontrada com abundância no Brasil e tem como vantagem o fato de ser totalmente reciclável, favorecendo o reuso sem perder suas características.

Comparado a outros materiais, além de não enferrujar, o alumínio é indicado também pela capacidade de refletir os raios ultravioleta emitidos pelo Sol, dissipando rapidamente o calor e favorecendo o conforto térmico dos ambientes. As coberturas AeroTeto e AeroMax e o toldo Zetalum Califórnia são algumas das opções em alumínio oferecidas pela empresa.

Versátil, a cobertura AeroTeto é uma criação exclusiva da Zetaflex no ramo de cobertura que abre, para em qualquer posição intermediária e fecha, permitindo o controle total da iluminação e aeração. Por meio do sistema exclusivo Aeromatic, o abrir e fechar do produto tornou-se ainda mais facilitado, uma vez que é acionado confortavelmente por meio de controle remoto ou interruptor e, silenciosamente, faz as placas girarem até 90 graus.

Outro produto é o sistema Aeromax, única cobertura do mundo capaz de descobrir 2/3 da área onde é aplicado sem a necessidade de espaço adicional, diferentemente de outras coberturas retráteis do mercado. O sistema Aeromax apresenta as opções em alumínio ou policarbonato e também faz parte do enorme acervo de patentes da Zetaflex.

O Toldo Zetalum Califórnia, além de seu design tradicional e elegante, tem como grande diferencial, segundo o fabricante, o método construtivo, que não usa perfuração nas chapas de alumínio para fixação, tornando-o à prova de vazamentos.Soluções sustentáveis

fonte:http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/


publicado por adm | Quarta-feira, 01 Dezembro , 2010, 11:39

Sandy Sanderson é um verdadeiro artista!

É capaz de transformar simples latas que o destino mais provável seria a reciclagem em magnificas replicas de carros!

O artista Sandy Sanderson, que vive em Hamilton, na Nova Zelândia vai nos mostrar uma idéia bem interessante para reciclar latinhas de alumínio. Sandy cria belos exemplares de carros antigos, utilizando latinhas descartadas de refrigente e cerveja.

Os carrinhos de lata são cheios de minunciosos detalhes, feitos á partir de desenhos, cálculos, medidas e observação do modelo original em fotos de revistas. Com talento e habilidade o artista consegue um resultado espetacular em sua arte com latinha de alumínio.

Vamos apreciar a arte em latinhas de alumínio de Sandy Sanderson


Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio Belos Carros  feitos com latinhas de alumínio

fonte:bocaberta

publicado por adm | Domingo, 28 Novembro , 2010, 23:27

O mercado brasileiro de produtos metalúrgicos está sendo invadido pela China, que importa a matéria prima, minério de ferro, bauxita, e exporta bens industrializados. Os números assustam e deveriam preocupar o governo.

 

Não é novidade? É sim. Antes, as empresas chinesas, quase todas estatais, agiam com discrição, temendo reações. Como não surgiram, continuamos aceitando tudo, estão chegando com força total - ainda sob o olhar complacente do governo.

Mas importamos porque eles produzem mais barato! Não é bem assim. Eles têm custos menores porque subsidiam fortemente a produção - impostos, juros, protecionismo cambial, financiamentos às exportações - enquanto aqui se faz exatamente o oposto. Em uma frase, eles exportam subsídios e, nós, impostos.

É um processo de desindustrialização? A coluna já abriu espaço para a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, para a qual há desindustrialização, sim. O debate ganhou força com um documento interno do Ministério do Desenvolvimento, concordando. É um problema grave porque afeta toda indústria de metais, da siderúrgica ao alumínio.

A FGV realizou estudo sobre um caso especial, o alumínio, e apresentou conclusões impressionantes. Entre 2009 e 2010, as exportações chinesas para o Brasil de produtos industrializados de alumínio aumentaram, e muito. Este ano, 140% até outubro, sobre o mesmo período de 2009. Isso é mais grave porque também ocorre nos produtos siderúrgicos.

O estudo já foi encaminhado para o governo pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Seu presidente, Adjarma Azevedo, afirma que não se trata de setores isolados, mas de toda a cadeia produtiva do setor.

Ela inclui alumina (óxido de alumínio), alumínio primário, transformado - como folhas e chapas. É neste último que a China vem avançando velozmente, afirma Azevedo. As importações dobraram em dez meses, até outubro. Um aumento de 103%.

Mas a produção brasileira de bauxita e outros minérios, como ferro, vem aumentando, argumenta a coluna.

De exportador para importador? Sim, responde Azevedo, mas a importação dos demais produtos derivados, como o alumínio aumenta proporcionalmente muito mais. "A FGV e a Abal estimam que, em 2012, em apenas dois anos, portanto, o Brasil passa de exportador para importador de alumínio. É isso o que o estudo da FGV confirma. E nos inquieta. Já levamos o assunto ao governo."

O Brasil é o terceiro produtor mundial de bauxita e alumina e é um grande exportador, mas, vemos perder terreno no mercado mundial na medida em que minério vai se transformando em produtos industrializados, diz ele.

E dá um exemplo. O Brasil continua avançando muito na produção do minério de alumínio, bauxita. Em 2000, ele representava 10% da produção mundial e, no ano passado, pulou para 13%. Ganhou espaço. A produção de alumina, o primeiro processo proveniente da bauxita refinada, passou de 7% para 10%, no período. Mas quando chegamos aos produtos acabados, finais, a participação brasileira manteve-se em apenas 2% do mercado mundial.

"Passamos a exportar mais minério e a importar mais produtos acabados, criando empregos no exterior, não no Brasil."

O estudo da FGV também aponta como causa dessa perda de competitividade para a China a carga tributária, juros, câmbio e principalmente o alto custo da energia

No Brasil, os impostos representam 35,8% do PIB enquanto que na China é 23%, nos Estados Unidos 31,7%, no Japão 31% e na Coreia do Sul, 30,9%. Mas o peso principal é o custo da energia. No Brasil, ele é em média 140% maior que nos na África, Austrália, Oriente Médio.

"De acordo com a Aneel, as tarifas industriais de energia aumentaram 189% entre 2001 e 2009 enquanto a inflação medida (IGP-M), foi de 87% no período. Em seis anos, o custo médio de energia aumentou 129%" , diz a FGV.

Os EUA, o Canadá, a União Europeia, a Índia e a Austrália, que sofrem a mesma concorrência, já estão aplicando medidas de defesa.

"É urgente que o governo brasileiro adote medidas de defesa comercial, antes que a desestruturação da indústria se torne irreversível", alerta Azevedo.

fonte:estadao


pesquisar neste blog
 
links
subscrever feeds