publicado por adm | Terça-feira, 27 Abril , 2010, 23:51

Metal diminui em até 50% o peso dos veículos e aprimora sua performance e potência

A retomada de vendas de veículos - que foi favorecida pela redução do IPI - deu novo fôlego para um segmento de negócios que já apresentava vendas em alta: a utilização do alumínio no setor de autopeças. Líder mundial em laminados e reciclagem, a Novelis é uma das empresas que vêm ampliando suas vendas para este setor e prevê incremento de negócios em função das crescentes aplicações do metal nessa indústria, especialmente para a fabricação de peças de automóveis e ônibus.


No Brasil, a Novelis fornece chapas industriais para a confecção de peças automotivas e mantém uma parceria com a empresa Scórpios Indústria Metalúrgica Ltda.. Esta peça era importada até 2002, período em que a Scórpios passou a produzi-la e comercializá-la no mercado interno, graças a esta parceria, na qual a Novelis fornece a matéria-prima.


"A oportunidade das montadoras adquirirem os defletores de calor no Brasil possibilitou uma redução de custos e eliminou problemas com questões como frete e câmbio," destaca o gerente comercial da Scórpios, Flávio C. Trovo.


De acordo com o gerente comercial, Antonio Carlos de Assis, há possibilidade de o mercado brasileiro incrementar o uso do alumínio em carros, o que já ocorre na Europa e nos Estados Unidos. No exterior, por exemplo, a Novelis Inc. será a única fornecedora de chapas de alumínio para o novo sedan Jaguar XJ. De acordo com a montadora, o carro com estrutura de alumínio fará o XJ pelo menos 150 quilos mais leve quando comparado a seus principais concorrentes, aprimorando, assim, sua performance. O uso do metal também oferecerá maior resistência, requinte e segurança ao veículo.


"Há muito espaço para inovação. O uso deste metal no setor de transporte diminui o peso do veículo, e, consequentemente, aprimora sua potência e traz maior rentabilidade às empresas," informa Assis.


É importante ressaltar também que, entre as qualidades do alumínio, está o fato de ser um metal que pode ser infinitamente reciclado, sem perder suas características originais. "O mundo no século XXI pensa constantemente na conservação do meio ambiente e em práticas sustentáveis para os negócios. E o alumínio é o material ideal para esse cenário," observa o executivo.


Enquanto empresa que busca trabalhar em conjunto com clientes no Brasil para atender às suas necessidades e se antecipar a elas, a Novelis prevê desenvolver novos produtos que atendam às demandas das montadoras.


QUALIDADE E SEGURANÇA


Carros, caminhões e ônibus que utilizam alumínio em sua estrutura são mais rápidos e econômicos. A substituição do aço ou do ferro fundido por alumínio, em aplicações do setor automotivo, pode diminuir em até 50% do peso do veículo, aprimorando, assim, o seu desempenho.


O alumínio, por ser mais leve do que os demais metais, também permite maior capacidade de carga, com menor consumo de combustível e emissão de poluentes ao meio ambiente. Além disso, esse metal absorve duas vezes mais a energia de impacto em uma colisão e oferece o dobro da resistência quando comparado ao aço.

Fonte:www.oserrano.com.br


publicado por adm | Domingo, 25 Abril , 2010, 13:28

O Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL) do Departamento de Energia dos Estados Unidos e a Alcoa instalaram recentemente uma nova tecnologia de Concentração de Energia Solar (CES), projetada pela companhia, que utiliza espelhos de alumínio no lugar de espelhos de vidro. Os testes estão sendo feitos em um laboratório em Golden, no Colorado, nos EUA.  

Com os testes, a empresa pretende medir a eficiência do coletor para gerar energia e avaliar seu desempenho estrutural. O projeto está sendo parcialmente financiado por uma verba de US$ 2,1 milhões do Departamento de Energia. A expectativa é que os resultados dos testes sejam divulgados no segundo trimestre deste ano, quando o sistema passará para a fase de testes em grande escala.

Fonte:www.odebate.com.br


publicado por adm | Domingo, 18 Abril , 2010, 00:55

O níquel e o alumínio atingiram seu mais altos patamares desde 2008 e a maioria dos outros metais básicos negociados na London Metal Exchange (LME) também subiu, diante dos ganhos registrados pelas bolsas e dos dados econômicos positivos. Segundo os traders, os fundos de investimentos continuam a aplicar em metais e seu forte poder de compra está desencorajando os participantes a assumirem posições vendidas. A maior parte das vendas é proveniente da liquidação de posições compradas.

No encerramento da rodada livre de negócios (kerb) da tarde da LME, o contrato do níquel para três meses superou a barreira técnica dos US$ 26.000 por tonelada e subiu US$ 895,00, ou 3,51%, para US$ 26.395,00 por tonelada - US$ 5,00 abaixo da máxima intraday e do maior preço desde maio de 2008. Os estoques do metal na LME declinaram pelo quinto dia consecutivo e estão no patamar mais baixo desde dezembro de 2009.

O Standard Bank afirmou que a queda dos estoques está proporcionando algum suporte para o rali do níquel, embora a alta seja conduzida principalmente pelo fato de os investidores estarem baseando suas compras em fatores técnicos. Analistas acreditam que os preços do metal continuarão subindo no curto prazo antes de recuarem acentuadamente devido a aumentos na produção, visto que a valorização do níquel está estimulando as mineradoras a retomar as operações de minas desativadas durante a crise financeira.

A mineradora chinesa Minerals and Metals Group disse que está trabalhando na reabertura de sua mina de níquel Avebury na Austrália. A mina foi colocada em estado de manutenção em dezembro de 2008, quando os preços correspondiam a menos da metade dos valores atuais.

O alumínio atingiu seu valor mais alto desde outubro de 2008, de US$ 2.471,00 por tonelada, impulsionado pelo anúncio da companhia russa Rusal - maior produtora mundial do metal - de que está considerando lançar um fundo de alumínio com cotas negociáveis em bolsa (exchange-traded fund - ETF), afirmou um trader de Londres. O metal encerrou o pregão de Londres em alta de US$ 27,00, a US$ 2.462,00 por tonelada.

Entre os demais metais básicos, o preço do contrato do cobre para três meses negociado na LME aumentou US$ 50,00 e fechou a US$ 7.950,00 por tonelada; o do chumbo subiu US$ 4,00 e fechou a US$ 2.360,00 por tonelada; o do zinco avançou US$ 69,00 e fechou a US$ 2.458,00 por tonelada; o do alumínio subiu US$ 27,00 e fechou a US$ 2.462,00 por tonelada; o do estanho avançou US$ 235,00 e fechou a US$ 18.845,00 por tonelada.

O cobre não conseguiu quebrar a resistência ao redor dos US$ 8.000,00 por tonelada, afirmaram os traders. Os dados econômicos da China, previstos para serem divulgados na noite desta quarta-feira, poderão desencadear uma mudança acentuada dos preços.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos futuros do cobre encerraram em leve alta, mas foram comercializados dentro de uma faixa estreita ao longo do dia, uma vez que os traders aguardam o surgimento de uma demanda física que continue a impulsionar o mercado. Recentemente, os preços do metal apresentaram um tom mais firme devido ao otimismo sobre a economia. Os contratos do cobre para maio - os mais líquidos - avançaram US$ 0,0100 (0,28%), para US$ 3,6105 por libra-peso.

Entre os metais preciosos, os contratos futuros do ouro fecham em alta na Comex, uma vez que o sentimento positivo sobre a economia aumentou a tolerância dos investidores por ativos considerados mais arriscados. A fraqueza do dólar, que é visto como um ativo seguro, também ajudou o metal. Os contratos do ouro para junho - os mais líquidos - subiram US$ 6,20 (0,54%) e fecharam a US$ 1.159,60 por Onça-troy. As informações são da Dow Jones.

Fonte:http://economia.estadao.com.br


publicado por adm | Domingo, 18 Abril , 2010, 00:54

O Tribunal de Justiça de São Paulo disse não à terceira tentativa seguida do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) de derrubar a liminar que proíbe a entidade de veicular anúncio publicitário contra selos de alumínio em latas de cerveja. A decisão é da 4ª Câmara de Direito Privado que negou recurso (Agravo de Instrumento) patrocinado pelo Sindicerv. A turma julgadora ainda aplicou ao sindicato multa de 20% do valor da causa por considerar que a entidade está criando embaraços às decisões judiciais.

O fundamento da decisão da turma julgadora foi a de que não é atribuição do sindicato agir em defesa do consumidor e que o filme publicitário que pretende ressuscitar revela na verdade uma guerra pela concorrência no mercado de cervejas. “Por não competir à agravante [Sindicerv] informar o consumidor sobre a importância de higienizar a lata de cerveja previamente ao consumo, não há razão para seja veiculada contrapropaganda para tal fim”, afirmou o relator do recurso, desembargador Natan Zelinschi.

O relator considerou “lastimável” o comportamento do sindicato que, a seu ver, busca a qualquer custo antecipação de tutela que foi rejeitada contra os objetivos da entidade. Zelinschi entendeu que os reiterados pedidos feitos pela entidade, usando de “subterfúgios”, é conduta que não pode ser caracterizada como exercício regular de direito, mas afronta ao exercício da jurisdição.

O alvo do Sindicerv é uma liminar da juíza Adriana Sachisda Garcia, da 34ª Vara Cível de São Paulo, que autorizou a suspensão da contrapropaganda da entidade, sob pena de multa. A juíza fundamentou sua decisão no argumento de que a veiculação dos dados do anúncio publicitário caracteriza concorrência desleal, “produzindo danos à credibilidade e à imagem da autora [Cervejaria Petrópolis] e de seus produtos, com evidente reflexo de ordem patrimonial”.

Para a magistrada, a campanha do Sindicerv parece mais voltada para a distribuição do mercado de cervejas do que para a preservação da saúde dos consumidores. A entidade é formada por seis associados: Ambev, Cerpa, Femsa, Wals, Opa e Bierland.

No recurso apresentado ao tribunal, o sindicato sustentou que desta vez haveria fatos novos que justificariam a antecipação de tutela. Esses fatos seriam a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra os responsáveis pelas marcas Itaipava e Cristal e a multa aplicada pelo Procon contra as duas cervejarias. Diz ainda que a propaganda usada pelas duas concorrentes é enganosa e que a liminar em vigor constitui verdadeiro convite a que o consumidor deixe de higienizar a lata de cerveja.

O Grupo Schincariol e a Cervejaria Petrópolis contestam. Eles afirmam que a denúncia foi oferecida pelo Sindicerv com evidente propósito de concorrência no mercado e não de saúde pública.

Em agosto do ano passado, as cervejarias Petrópolis e Schincariol foram multadas pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) do Estado de São Paulo em R$ 610.986,67 cada uma. O motivo seria propaganda enganosa e publicidade abusiva. As empresas foram autuadas, segundo o Procon, por induzirem o consumidor ao erro ao divulgar em seus comerciais que os selos de proteção que as cervejarias usam nas latas de 350 ml garantem mais higiene e qualidade ao produto.

 

Decisão anterior
O anúncio publicitário do Sindicerv tratava da higiene das latas de cerveja e foi feito em tom de campanha educativa. Em 2008, a mesma 4ª Câmara entendeu que a contrapropaganda poderia induzir o consumidor a não comprar a marca de cerveja (na época, Itaipava), que usava o selo protetor, e prejudicar o produto fabricado pela Cervejaria Petrópolis.

“A propaganda, em tese, pode acabar por transmitir ao consumidor orientação contrária à compra do produto da Cervejaria Petrópolis, principalmente quando parece omitir que, com selo de proteção ou sem ele, embalagem alguma, qualquer que seja seu fabricante, assegura ao consumidor uma ingestão livre de contaminações”, afirmou na época o relator do recurso, desembargdor Jacobina Rabello. O relator foi seguido pelos desembargadores Ênio Zuliani e Maia da Cunha.

O entendimento era o de que o alvo da campanha publicitária era a cerveja Itaipava. A propaganda dizia que havia perigo de contaminação e que o selo de proteção no lugar de proteger o consumidor poderia favorecer a cultura de bactérias. Insatisfeita com o comercial, a Cervejaria Petrópolis, produtora da Itaipava, entrou com ação na Justiça paulista.

Fonte:www.conjur.com.br


publicado por adm | Domingo, 18 Abril , 2010, 00:52

O economista Rodrigo Ávlia, da Auditoria Cidadã da Dívida, alertou que o destino de grande parte da energia gerada pelas hidrelétricas no país tem sido debatido, inclusive por especialistas: "Cerca de 30% vão para empresas eletro-intensivas, que consomem grande quantidade de recursos naturais e costumam exportar commodities (celulose, alumínio etc.) de baixo conteúdo tecnológico", criticou, acrescentando que esse sistema "se aproveita" da chamada Lei Kandir.

"A lei foi aprovada em 1996 e isenta de ICMS a exportação de produtos básicos e semi-elaborados, sob a justificativa de garantir os dólares necessários para o pagamento dos compromissos com o exterior, como a dívida externa e a remessa de lucros das transnacionais."

Ávila lembrou que o BNDES deve financiar a Hidrelétrica de Belo Monte "à custa da emissão de títulos da dívida interna, que pagam os juros mais altos do mundo".

Pare ele, esse é mais um exemplo de uma dívida "odiosa", feita contra os interesses do povo: "O Programa Energia Alternativa Renovável, do governo federal, dispunha de quantia ínfima em 2009: pouco mais de R$ 3 milhões e o governo não gastou nenhum centavo ano passado."

Fonte:www.monitormercantil.com.br


publicado por adm | Domingo, 18 Abril , 2010, 00:46
Isolamento térmico

Este processo tem como objectivo melhorar os perfis termicamente, o que é conseguido através da separação dos componentes de alumínio com poliamida. Desta forma consegue-se um isolamento térmico eficaz entre o interior e o exterior do composto.

Um perfil de corte térmico é em regra constituído por dois perfis de alumínio extrudido, unidos com uma ou mais barretes de poliamida. Ao conjunto dá-se o nome de composto.

No fabrico dos perfis de alumínio com corte térmico inicialmente é efectuada a recartilhagem dos perfis (interior e exterior). Em simultâneo, são colocadas as barretes de poliamida nas caixas existentes nos perfis e efectuada a cravação do composto.


publicado por adm | Domingo, 18 Abril , 2010, 00:41

Anodização é o processo de criar um filme de óxido sobre certos metais por meio da imersão em um banho eletrolítico no qual o metal a anodizar é ligado ao pólo positivo de uma fonte de eletricidade, transformando-se no anodo da cuba eletrolítica. Certos metais – alumínio, nióbio, tântalo, titânio, tungstênio, zircônio – têm resultados característicos de formação de camada de óxido. Outros metais podem ser usados como anodo em banhos eletrolíticos para se obter tratamentos superficiais específicos, mas o crescimento de uma camada de óxido conforme descrito aqui é característico dos metais citados. A anodização de ligas metálicas depende muito da sua composição, por exemplo, ligas de alumínio para fundição têm bastante silício, que dá fluidez para o bom preenchimento dos moldes mas deixa a peça quase impossível de anodizar.

 

Barreiras de óxido (caso geral)

Metais que podem ser anodizados também reagem prontamente com o oxigênio do ar (oxidam), portanto suas superfícies estão sempre cobertas com uma camada fina de óxido. No alumínio, que será usado aqui como exemplo, existe sempre uma barreira de óxido de cerca de 2 a 3 nm (1nm = 0,000 001mm) de espessura. Esta barreira estabiliza a superfície, impedindo que a oxidação continue. Esta camada é também um excelente isolante elétrico, suportando um campo elétrico da ordem de 1V/nm, ou seja, um milhão de volts por milímetro! Quando uma peça de alumínio com esta camada natural de óxido é colocada como anodo em uma célula eletrolítica contendo, digamos, um borato, não há fluxo significante de corrente elétrica até se atingir entre 1 e 2 volts.

 

Concepção artística do corte de uma barreira de óxido vista ao microscópio.

Somente quando o campo elétrico supera a capacidade de isolamento desta camada de óxido é que os íons de oxigênio e alumínio começam a percorrer o óxido. Esta corrente dentro do óxido é uma corrente iônica e estes íons reagem para engrossar a camada de óxido. O processo de condução de íons através da camada de óxido sob altos campos elétricos é de fundamental importância para a anodização.

Os ânions de oxigênio se movem para dentro da camada de óxido, indo até a interface oxido-metal para reagir com o alumínio e formar óxido na superfície do metal. Os cátions de alumínio se movem para fora até atingir a interface oxido-eletrólito onde reagem com a água para formar óxido naquela superfície.

O óxido se forma em ambas as interfaces. A taxa de formação de óxido é proporcional a densidade de corrente (A/cm2). O campo elétrico no óxido não se altera com a mudança na espessura da camada de óxido, e tem apenas uma pequena dependência da densidade de corrente e da temperatura.

Enquanto a camada de óxido ganha espessura, a voltagem através do óxido aumenta proporcionalmente e, à temperatura ambiente, é próxima de 1,2 nm/V. A espessura da camada é muito uniforme porque em toda a superfície a queda de voltagem deve ser a mesma.

Para cada composição de banho e temperatura, existe uma máxima voltagem que pode ser suportada antes de ocorrer a ruptura. A maior voltagem obtida em eletrólitos aquosos é de cerca de 1000V. neste ponto, a espessura da barreira de óxido é cerca de 1 µm (0,001mm), ou seja, 300 a 500 vezes mais espessa que o óxido inicial gerado pelo oxigênio do ar ambiente.

Camada porosa de óxido (anodização comum do alumínio)

É importante diferenciar dois tipos de anodização: a criação de uma “barreira de óxido”, que é possível em todos os metais citados (alumínio, nióbio, tântalo, titânio, tungstênio e zircônio), e o processo especialmente aplicado ao alumínio que, mediante o uso de um banho ácido, permite a criação de uma “camada porosa de óxido”, muito mais espessa que a “barreira de óxido”. Esta camada pode ter os poros fechados, resultando no conhecido “alumínio anodizado”.

Na célula de anodização, a peça de alumínio a anodizar é ligada ao pólo positivo de uma fonte de corrente contínua, se tornando o anodo. O catodo é conectado ao pólo negativo. Este catodo pode ser uma placa ou barra de carbono (como grafite), chumbo, níquel, aço inoxidável ou qualquer outro condutor que não reaja com o banho de anodização. Quando o circuito é fechado, os elétrons são retirados do metal no pólo positivo, permitindo que os íons que vão se formando reajam com a água, aumentando a camada de óxido sobre o metal. Os elétrons retornam do banho no catodo, onde eles reagem com os íons de hidrogênio para formar hidrogênio elementar (gás). Cabe notar que alguns tratamentos usam corrente alternada para obter seus resultados. A composição do banho é que determina se ocorrerá a formação de uma barreira de óxido ou de uma camada porosa de óxido. A barreira de óxido se forma em soluções quase neutras, onde o óxido de alumínio é quase insolúvel, sendo as mais comuns as de borato, fosfato ou tartrato de amônia. As camadas porosas de óxido se formam em eletrólitos ácidos, nos quais o óxido não só se deposita, mas também dissolve. A solução mais comum é a de ácido sulfúrico, tipicamente 10 a 20% em peso (1 a 2 gramas de ácido para 9 gramas de água, lembrando que a densidade do ácido sulfúrico é de 1,81g/ml). Este tipo de anodização tem uma corrente típica de 0,3 a 3 amperes por decímetro quadrado. Outros banhos para aplicações especiais podem ser feitos com ácido oxálico, ácido crômico, ácido fosfórico ou misturas de ácidos orgânicos e inorgânicos.

Uma característica comum a estes banhos de anodização é a capacidade de reter uma alta concentração de alumínio em solução. Isto é essencial, pois uma grande parte do alumínio que é oxidado não fica retido na camada de óxido, mas passa para a solução.

Filmes porosos de 100 µm podem ser feitos facilmente. Isto é 100 vezes a espessura do filme de “barreira de oxido” mais espesso. Ao contrário da barreira de óxido, alta voltagem não é necessária para fazer um filme mais grosso. Isto se deve ao tipo particular de estrutura dessas camadas. O óxido tem uma estrutura celular com um poro central em cada célula. As dimensões das células e dos poros depende da composição do banho, da temperatura e da voltagem, mas o resultado é sempre uma alta densidade de poros finos. O diâmetro da célula é na faixa de 50 a 300 nm e o diâmetro dos poros fica entre 0,3 e 0,5 do diâmetro da célula.

 


Concepção artística do corte de uma camada porosa de óxido vista ao microscópio antes da selagem.

Inicialmente, uma fina barreira de óxido se forma na base de cada poro. O caminho mais curto entre o metal e o eletrólito é através desta zona. Aí o campo é uniforme e tem valor máximo. Os ânions de oxigênio do eletrólito penetram na camada de óxido em direção a interface metal-óxido e lá se combinam com o alumínio, engrossando a camada de óxido. Os cátions de alumínio são movidos pelo campo elétrico até o eletrólito no poro, onde passam à solução, portanto, a formação de óxido é limitada à interface metal-óxido na base do poro. A medida que o alumínio é oxidado, a interface metal-óxido se desloca para o interior do metal. A parede da célula e o poro aumentam em altura, isto é, o filme engrossa, enquanto a célula e o diâmetro do poro permanecem fixos. Uma vez que a barreira de óxido permanece com espessura constante no fundo do poro, a voltagem da célula e a corrente permanecem constantes enquanto o filme ganha espessura.

Tingimento

O estojo deste iPod Mini foi tingido de verde antes do processo de selagem.

Antes de proceder a selagem (fechamento dos poros) é possível impregnar o óxido poroso com pigmentos coloridos. O pigmento fica retido no poro após o seu fechamento (selagem).

Selagem (fechamento dos poros)

O fechamento dos poros é feito normalmente reagindo a camada oxidada com água quente, algumas vezes misturada com acetato de níquel. O óxido na superfície e dentro dos poros reage para formar um óxido hidratado (boehmita), que tem uma estrutura diferente e uma densidade mais baixa do que o óxido anódico (tipo gama). Por causa da densidade mais baixa, o óxido hidratado ocupa um volume maior do que o óxido anódico do qual se forma. O produto desta reação preenche os poros e deixa a camada anodizada impermeável e estável diante de condições ambientais diversas.

Anodização dura

A anodização dura é geralmente feita em banho de ácido sulfúrico (cerca de 10%) em baixas temperaturas (tipicamente 3°C). Isto produz um revestimento com células largas e poros de pequeno diâmetro. Este revestimento é extremamente duro e resistente. A duração do banho deve ser de, no mínimo, duas horas, sendo quatro horas o tempo ótimo. A anodização dura geralmente tem um tom escuro, acinzentado.

Tingimento integral

Para aplicações arquitetônicas, que têm de suportar duras condições atmosféricas, o tingimento com pigmentos não é satisfatorio. Cores que variam desde o dourado até o bronze escuro são obtidas utilizando eletrólitos de ácidos orgânicos. Estas colorações são chamadas de “tingimento integral” ou “coloração integral”. Os ânions orgânicos são incorporados ao óxido e causam seu escurecimento. Efeito similar é produzido por uma anodização realizada em duas etapas, a primeira em corrente alternada em um eletrólito especial e a segunda em corrente contínua e ácido sulfúrico. Na primeira etapa, em corrente alternada, um metal, usualmente estanho ou níquel], é depositado no fundo dos poros. O depósito metálico altera as propriedades óticas do revestimento e resulta em coloração decorrente de interferência óptica. O controle da espessura do metal permite a obtenção da coloração desejada. A coloração integral tem uma durabilidade muito superior à coloração obtida por pigmentos, visto que trata-se da própria estrutura da camada anodizada que gera a cor.

Impacto Ambiental

A anodização é um dos tratamentos de superfície para metais menos agressivos ao meio ambiente. Seus efluentes são livres de solventes orgânicos e metais pesados.

Fonte:wikipedia


publicado por adm | Domingo, 18 Abril , 2010, 00:34

O projecto de Especialidades contempla um documento designado "Isolamento Térmico". Este documento irá garantir a qualidade do isolamento, sendo alguns dos materiais um factor importante.
A procura de uma solução de caixilharia de boa qualidade e com um custo razoável, leva-nos a perguntar, Alumínio ou PVC?

Esta é uma questão, que por muito que se procure, ninguém responde de forma clara e exacta. E não basta procurar na Internet. Ao falar com profissionais do ramo, as opiniões são muito "estranhas".

Os profissionais do Alumínio, referem que as vantagens deste são imensas, por sua vez, os do PVC refutam afirmando "A sua condutividade térmica é 1000 vezes superior à do PVC; logo o alumínio deixa passar o calor da sua casa para o exterior." Cada um puxa a "brasa à sua sardinha", como se diz cá na terra...

Uma pesquisa na net leva-nos a este documento http://www.construlink.com/LogosCatalogos/agi_kfl_caixilharia_folheto.pdf (Fabricante de Janelas em PVC) que apresenta alguns argumentos que considero válidos a favor do PVC, entre eles "O PVC é isolante." ou "O PVC resiste muito bem aos ácidos básicos, aos sais, alcoóis, gorduras e petróleos. Comportam-se por isso de maneira excelente, em zonas com climas mais agressivos, seja junto do mar ou em zonas industriais poluídas. "

Fonte:http://coisasdacasa.blogspot.com/

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publicado por adm | Domingo, 18 Abril , 2010, 00:23

O alumínio é um metal flexível, é muito utilizado para fabricar utensílios de cozinha e recipientes.

Mas o alumínio é prejudicial para a saúde e o meio ambiente, porque solta resíduos facilmente.

As panelas de alumínio contaminam a comida intensamente, para você ter uma idéia pesquisas na Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.

Isso só de preparar a comida. Se a comida ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.

O seu organismo está sendo todo prejudicado, o alumínio deposita no cérebro, causando o mal de alzheimer ( esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo  a ostoporose.

Este cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo: bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais. E também vai para dentro de suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

 

Abaixo sugerimos  materiais que podem substituí-lo, com menor ou nenhum efeito nocivo.

Obs:

Procure consumir os produtos enlatados nas primeiras 24 horas depois de abrir a lata.

-Evite utilizar panelas, travessas e outros utensílios de cozinha de alumínio.

-Faça um teste muito simples para comprovar como as partículas de alumínio se soltam facilmente, pegue um guardanapo de papel e esfregue em uma panela ou frigideira de alumínio. Você notará que o papel ficará manchado de prateado.

-Se todas as suas panelas são de alumínio, evite que esses resíduos acabem no seu prato. Para isso, não raspe a panela para retirar os alimentos que estiverem grudados porque eles também poderão estar contaminados pelo alumínio.

-Reduza o uso de papel-alumínio para guardar alimentos no freezer e para esquentar comida.

-Leia as especificações do produto antes de comprá-lo para calcular os riscos para a saúde.

-Os alimentos vendidos em latas de alumínio não apresentam o mesmo problema porque são protegidas por dentro com um isolante.  Mas é preciso, antes de comprá-los, conferir se a lata não está amassada ou danificada de alguma forma.

-Se a película protetora se romper nos lugares afetados, o alumínio entra em contato com o produto.

-Veja também se as tampas não estão estufadas. E se você pressioná-las e elas não voltarem à posição, não consuma o produto dessa lata.

-Evite manter alimentos nas latas ou recipientes de alumínio já abertos.
A única maneira segura de conservar alimentos enlatados é fechando as latas a vácuo.

-Quando abrir a lata, retire o alimento e coloque-o em um recipiente de outro material.

Substitua as latas por potes de vidro ou plástico.


publicado por adm | Domingo, 18 Abril , 2010, 00:13

A reciclagem de alumínio é o processo pelo qual o alumínio pode ser reutilizado em determinados produtos, após ter sido inicialmente produzido. O processo resume-se no derretimento do metal, o que é muito menos dispendioso e consome muito menos energia do que produzir o alumínio através da mineração de bauxita. A mineração e o refino deste requerem enormes gastos de eletricidade, enquanto que a reciclagem requer apenas 5% da energia para produzi-lo. Por isto, a reciclagem tornou-se uma atividade importante para esta indústria.

O alumínio pode ser reciclado tanto a partir de sucatas geradas por produtos de vida útil esgotada, como de sobras do processo produtivo. O alumínio reciclado pode ser obtido a partir de esquadrias de janelas, componentes automotivos, eletrodomésticos, latas de bebidas, entre outros. A reciclagem não danifica a estrutura do metal, que pode ainda ser reciclado infinitamente e reutilizado na produção de qualquer produto com o mesmo nível de qualidade de um alumínio recém produzido por mineração.

Pelo seu valor de mercado, a sucata de alumínio permite a geração de renda para milhares de famílias brasileiras envolvidas da coleta à transformação final da sucata.

Desta forma, a reciclagem do alumínio gera benefícios para o país e o meio ambiente, além de ser menos custoso de obter do que através da sua produção por mineração.

Os produtos de alumínio podem ser reconhecidos pelos símbolos a seguir:

 

Curiosidades

  • O alumínio líquido (700 °C), demora até duas horas e meia para atingir o estado sólido, dependendo do volume de metal assim como temperatúra ambiente, local de armazenagem, etc.
  • Um quilo de alumínio reciclado, evita a extração de cinco quilos de bauxita.
  • O ciclo médio de vida de uma lata de alumínio é de 30 dias, desde sua colocação na prateleira do supermercado, até seu retorno reciclada.
  • A reciclagem de uma única lata de alumínio, pode economizar a energia necessária para manter um televisor ligado durante 3 horas ou uma lâmpada de 100 watts por 20 horas.
  • Em média um quilo equivale a 74 latas.

Benefícios

  • Econômicos
    • Fonte de renda para diversos tipos de mão-de-obra.
    • Injeção de recursos na economia local.
    • Grandes investimentos não são necessários.
    • Economia considerável de energia elétrica.
  • Sociais
    • Diminuição da quantidade de lixo nos aterros sanitários.
    • O meio ambiente é menos agredido.
    • Colaboração com o crescimento da consciência ecológica.
    • Estímulo da reciclagem de outros materiais.
    • Áreas carentes são beneficiadas com o aumento de renda.
  • Políticos
    • Ajuda na composição do lixo urbano.
    • Colaboração no estabelecimento de políticas de destino de resíduos sólidos.
    • Adaptável a realidades de diferentes tipos e tamanhos de cidades.

Reflexos Ambientais e Sociais

A reciclagem de alumínio cria uma cultura de combate ao desperdício. Difunde e estimula o hábito do reaproveitamento de materiais, com reflexos positivos na formação da cidadania e no interesse pela melhoria da qualidade de vida da população. O alto valor agregado do alumínio desencadeia um benefício indireto para outros setores, como o plástico e o papel. A valorização do alumínio para o sucateiro torna atraente sua associação com coletas de outros materiais de baixo valor agregado e grande impacto ambiental. Além disso, a perspectiva de reaproveitamento permanente chama a atenção da sociedade por produtos e processos limpos, criando um comportamento mais renovável em relação ao meio ambiente no Brasil.

Números da reciclagem

  • O Brasil é (em 2005) pentacampeão na reciclagem de latas de alumínio em países onde a reciclagem de embalagens não é obrigatória por lei. O país reciclou, em 2005 96,2% das latas disponíveis no país, o que equivale a 127,6 mil toneladas de latas. Desde então, o país vem sendo seguido pelo Japão, Argentina e Estados Unidos embora existam países no mundo que possuam índices de reciclagem maiores que o brasileiro.
  • Embora este índice seja alto, não podemos nos esquecer de que ele é tão expressivo graças ao 1 milhão de pessoas catando sucatas nas ruas do Brasil. Graças ao processo de reciclagem essas pessoas tem acesso a renda, pois em geral não possuem formação suficiente para se adequar ao mercado de trabalho.
  • Entre 2000 e 2005, subiu de 10% para 24%, a participação de clubes e condomínios na coleta de alumínio, mostrando um maior engajamento da classe média.

Fonte:wikipedia


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