publicado por adm | Quinta-feira, 25 Agosto , 2011, 23:38

Alta foi registrada na comparação com o mesmo período de 2010, segundo Associação Brasileira do Alumínio

 

O consumo brasileiro de produtos transformados de alumínio no primeiro semestre de 2011 somou 693,5 mil toneladas, volume 13,2% superior ao registrado no mesmo período de 2010, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

Para este ano, a associação estima um consumo de 1,417 milhão de toneladas, alta de 9,1% ante o ano anterior.

A Abal informou que o segmento de embalagens continuou como o principal consumidor de produtos de alumínio, com um participação de aproximadamente 28%.

Segundo a entidade, as vendas externas do setor nos primeiros seis meses do ano chegaram a US$ 2,064 bilhões, valor que inclui exportações de bauxita, alumina e alumínio.

As importações, por sua vez, somaram US$ 829 milhões. A projeção da Abal é que as exportações em 2011 atinjam US$ 4,450 bilhões e as importações, US$ 1,524 bilhão.

fonte:http://economia.ig.com.br


publicado por adm | Sexta-feira, 19 Agosto , 2011, 21:36

A preocupação com o meio ambiente está definitivamente na pauta de arquitetos e construtores. A busca por soluções sustentáveis tem norteado os projetos e a escolha dos materiais é cada vez mais criteriosa. Nesse contexto, o alumínio se mostra como opção viável tanto do ponto de vista ambiental quanto financeiro. Além da durabilidade e capacidade de reaproveitamento, o material é ideal para projetos que favorecem a iluminação natural. 

Na opinião do arquiteto especialista em projetos sustentáveis, Hernando Laguna, o alumínio oferece diversos benefícios. "Gosto de trabalhar com o alumínio. As esquadrias permitem maior área de vidro se comparada com a madeira, por exemplo, e possibilita melhor entrada de luz natural, reduzindo o consumo de energia elétrica", afirma. 

Para Laguna, o material oferece outros atrativos para projetos sustentáveis, como o melhor fechamento e menor abertura nas frestas. "Com menos pó e poluição, há uma melhora considerável na qualidade do ambiente interno", explica o arquiteto. "As esquadrias possibilitam o controle eficaz da temperatura e da umidade relativa do ar", complementa. 

 

Um projeto sustentável também prevê a minimização dos resíduos e a reutilização dos materiais. Nesses aspectos, o alumínio também se destaca. "Embora a madeira e ferro sejam materiais mais naturais, existe pouca chance de reutilização. Por esse motivo, aconselho o uso de metais que possam ser reciclados, preservando assim as reservas naturais e jazidas. O alumínio oferece essa possibilidade", afirma Laguna. 

Por serem bem mais leves que o ferro e a madeira, as esquadrias produzidas com alumínio diminuem os gastos estruturais das obras e, em muitos casos, não exigem fixação com cimento. O alumínio também é 100% reciclável e possui mais de 40 anos de vida útil sem apresentar danos causados pelas ações do tempo como a ferrugem encontrada nas esquadrias de ferro. 

Recompra de esquadrias para reciclagem 

Para contribuir com a causa ambiental e ainda auxiliar os clientes, a Epros, empresa especializada em esquadrias de alumínio personalizada, ampliou a oportunidade de reciclar esses materiais sem que os clientes demandem de tempo e mobilidade para reciclar as esquadrias antigas. "No momento que o cliente da Epros decide trocar as esquadrias, seja por reforma ou novo design, compramos a esquadria antiga e reciclamos", diz Adnei Fernandes, diretor financeiro da empresa. 

Na política adotada pela companhia, a esquadria precisa ter sido fabricada pela Epros e o material é comprado de acordo com a cotação do dia para o alumínio reciclável. Em outra ação sustentável, a empresa investe ainda na reutilização dos materiais descartados dentro da fábrica. A maior parte das sobras é destinada à reciclagem e o restante é aproveitado em atividades internas com os colaboradores da empresa, uma forma de reaproveitar o alumínio e dar uma nova forma as sucatas. O resultado dos melhores trabalhos desenvolvidos pelos funcionários é motivado pela conquista de premiações internas. A compra de duas máquinas da empresa italiana Emmegi também contribuiu para o melhor aproveitamento do material e redução de resíduos.

fonte:http://www.bonde.com.br/


pesquisar neste blog
 
links
subscrever feeds