publicado por adm | Domingo, 22 Julho , 2012, 10:51

O processo de anodização tem a propriedade de criar de forma controlada uma camada de óxido de alumínio transparente sobre a superfície do alumínio, permitindo a visualização de qualquer efeito ou acabamento realizado, como pré-tratamento mecânico ou químico, antes da aplicação do processo de anodização.

Antes de sofrer o tratamento de superfície, o alumínio e suas ligas podem ser submetidos a diversos Tratamentos Mecânicos com a finalidade de melhorar seu aspecto superficial pela eliminação de eventuais defeitos e/ou criação de novos efeitos decorativos, elencados a seguir:

Tratamentos Mecânicos

Jateamento

Produz uma textura fosca acetinada sobre a superfície do alumínio, utilizando partículas abrasivas lançadas com grande energia cinética, eliminando praticamente todos os tipos de imperfeições nos produtos extrudados, como faixas, marcas de manuseio, atritos, etc.

Escovamento

Elimina praticamente todos os tipos de imperfeições na superfície do alumínio, como riscos, sulcos, etc., pela aplicação de pequenos riscos paralelos aplicados por escovas rotativas de cerdas metálicas ou orgânicas, na superfície do metal, proporcionando um leve brilho de menor refletividade do que as peças polidas.

Lixamento

Esse acabamento mecânico tem a capacidade de produzir um efeito visual diferenciado ao eliminar imperfeições, tais como, sulcos, marcas de manuseio e estrias na superfície do alumínio, sendo realizado pela aplicação de abrasivos colados sobre rodas de lona ou papel.

Polimento

Realizado com rodas de pano ou flanela, produz na superfície do alumínio um brilho especular pela aplicação de abrasivos adequados. A etapa do processo em que se prepara a superfície a ser anodizada, do alumínio e suas ligas, pode ser submetido a diversos Tratamentos Químicos com a finalidade de melhorar seu aspecto superficial pela eliminação de eventuais defeitos e/ou criação de novos efeitos decorativos.

Tratamentos Químicos

Fosco Acetinado/Aveludado

Processo químico alcalino baseado em soda cáustica com aditivos niveladores e inibidores de ataque, utilizado para tornar opaca a superfície do alumínio conferindo um acabamento uniforme fosco acetinado e aveludado.

 

Abrilhantamento Químico

Processo químico baseado em uma mistura dos ácidos fosfórico, sulfúrico, nítrico e aditivos niveladores de ataque, com a capacidade de tornar a superfície do alumínio lisa e brilhante, utilizando a diferença de potencial entre o metal aço inox, usado para a construção do tanque, e o alumínio que produzem correntes galvânicas que realizam o brilho
especular sobre a superfície do alumínio.

Polimento Eletroquímico

Processo eletroquímico baseado em uma mistura de ácido fosfórico, crômico e sulfúrico. O mecanismo do polimento eletroquímico é análogo ao do abrilhantamento químico, utilizando corrente elétrica contínua para tornar a superfície do alumínio brilhante.

Anodização Brilhante –Bens de Consumo

Anodização resultante da ação combinada de um tratamento mecânico e/ou químico sobre a superfície do alumínio, aumentando a sua refletividade. Esse tipo de acabamento é muito usado em frisos, molduras, eletrodomésticos, elementos decorativos realçando a beleza decorativa do alumínio.

Anodização Fosca – Acetinada

Anodização resultante da ação controlada de um tratamento mecânico e/ou químico agressivo sobre a superfície do alumínio, diminuindo sua refletividade, tornando a peça de alumínio opaca. Esse tipo de acabamento é muito utilizado em vitrines, painéis, móveis residenciais de alto padrão, valorizando a beleza do efeito decorativo e transmitindo
a idéia de modernidade desse acabamento.

Anodização para fins Arquitetônicos

Anodização resultante de um tratamento químico agressivo sobre a superfície do alumínio, onde a aparência e o aspecto visual são valorizados, porém prevalece às características protetoras contra a corrosão e o desgaste. Esse tipo de acabamento é muito utilizado na construção civil na forma de fachadas, janelas, portas, gradis, etc.

 

aluminio-acabamentos07

 

Anodização para fins Técnicos (dura)

Anodização realizada sob condições de processos especiais, para produzir uma película espessa e dura de óxido de alumínio, que ofereça alta resistência à abrasão e à corrosão. Esse tipo de acabamento é muito utilizado pelas indústrias aeronáutica, automobilística e de autopeças.

Anodização Colorida Eletrolítica

Processo de coloração da camada anódica, (anodização), realizada em uma solução eletrolítica de sais metálicos, normalmente se utiliza estanho metálico, depositado no fundo dos poros pelo uso de corrente alternada. Esse tipo de acabamento é muito utilizado em todos os segmentos industriais, como eletrodomésticos, bens de consumo e principalmente na construção civil em janelas, portas, gradis, boxes de banheiro, etc.

Anodização Colorida por Corante (anilinas)

Processo de coloração da camada anódica, (anodização) realizada por simples imersão de peças anodizadas em solução contendo corantes orgânicos (anilinas) ou inorgânicas (sais de metais, ex. cobalto). A camada anódica tem a sua estrutura molecular similar à estrutura do tecido algodão, permitindo em função dessa característica absorver o corante. Com este tipo de acabamento é possível se atingir toda a gama de cores, porém a sua aplicação está restrita ao uso interno, sendo muito utilizado em elementos decorativos, molduras de quadros, tampas de perfumes, etc.

Pintura Eletrostática - (Revestimento Orgânico)

Processo de pintura eletrostática consiste na aplicação de filmes orgânicos sobre a superfície do metal previamente tratado, o qual permite a aderência da tinta sobre o alumínio, através do método eletrostático, com a finalidade de conferir a superfície do alumínio um acabamento uniforme, realçando as características protetoras e decorativas. Podem ser aplicadas tintas pó, tintas líquidas, tintas à base de resina poliéster, epóxi, acrílicas, etc, sendo esse tipo de acabamento muito utilizado na construção civil em portas, janelas, gradis, etc.

Coil Coating -(Revestimento Orgânico)

Processo contínuo de pintura de bobinas e chapas de alumínio caracterizado pela aplicação de filmes orgânicos sobre a superfície do metal previamente tratado, o qual permite a aderência da tinta sobre o alumínio, através do sistema “Coil Coating”, com a finalidade de conferir a superfície da bobina e da chapa de alumínio um acabamento uniforme
realçando as características protetoras e decorativas. Esse sistema de acabamento permite o uso de tinta líquida, tintas a base de resina poliéster, epóxi, acrílicas, etc, sendo esse tipo de acabamento muito utilizado na construção civil como chapas para revestimentos de fachadas, coberturas, telhas, calhas, etc.

Autor:

Eng. Adeval Antônio Meneghesso - Diretor superintendente da Italtecno do Brasil

Fonte:http://www.metalica.com.br/


publicado por adm | Sábado, 24 Setembro , 2011, 19:17

A gigante do alumínio do magnata Oleg Deripaska, Rusal, está conduzindo negociações com a Iranian Mines and Mining Industries Development and Renovation Organization para a construção de uma fábrica de alumínio no Irã com capacidade de 375 mil toneladas. A fábrica teria condições de produzir 9% de toda a produção atual de alumínio da empresa.

A informação foi divulgada na quinta-feira, 22, pelo jornal russo “Kommersant”, que teve acesso ao protocolo da Comissão de Cooperação Comercial e Econômica Rússia-Irã, que se reuniu em 10 e 11 de setembro deste ano. Os representantes da Rusal disseram aos jornalistas que a companhia está interessada na diversificação geográfica da produção, e o Irã seria uma possibilidade.

Rusal negou negociações concretas com governo iraniano. Fontes do jornal, entretanto, afirmam que as negociações estão sendo conduzidas há anos. A empresa, segundo o “Kommersant”, estaria evitando publicidade sobre a transação, em função das sanções internacionais que poderiam ser aplicadas no caso de uma parceria com o Irã.

fonte:http://www.diariodarussia.com.br/


publicado por adm | Segunda-feira, 19 Setembro , 2011, 22:59

O alumínio é o metal mais reciclado no mundo.

Mas, como acontece no mercado de automóveis, "alumínio usado" não é a mesma coisa que "alumínio zero km".

Liga indesejável

A reciclagem de alumínio consome apenas 5% da energia utilizada na produção do alumínio novo.

No entanto, cada vez que o alumínio é reciclado, vários elementos, como ferro, silício e zinco, bem como elementos-traço, como sódio e chumbo, juntam-se ao metal, produzindo uma espécie de "liga indesejável".

Até agora isso tem colocado limitações claras aos usos do alumínio reciclado, devido às alterações nas propriedades do metal reciclado em comparação com o metal novo.

A indústria vem dando um "jeitinho" diluindo o alumínio reciclado no alumínio novo, de forma a diminuir a concentração dos elementos indesejáveis até que eles atinjam níveis aceitáveis.

Solução nobre

Mas Yanjun Li e seus colegas do Instituto Sintef, na Noruega, acreditam que uma solução bem mais nobre pode ser obtida com a ajuda da matemática.

O alumínio reciclado hoje acaba sendo direcionado para a fundição. Mas os produtos mais nobres são feitos por laminação ou extrusão, que exigem um material mais puro e com propriedades homogêneas.

Na extrusão, por exemplo, um bloco sólido de alumínio é prensado por uma gigantesca prensa contra um molde de aço que contém os furos no formato exato da peça desejada - o alumínio deve fluir perfeitamente para não gerar peças defeituosas.

"As impurezas que se acumulam no alumínio pelos repetidos ciclos de reciclagem afetam as propriedades mecânicas do material reciclado. No entanto, mudando a composição da liga, as condições de temperatura e a velocidade do processo de homogeneização - o estágio inicial em um processo de têmpera realizado antes da laminação e da extrusão - é possível compensar isso," diz Yanjun.

Nobreza matemática

Se parece fácil, não é. Tentar encontrar a receita correta com tantos ingredientes a serem variados é praticamente impossível na base da tentativa e erro.

É aí que entra a matemática. Os cientistas estão desenvolvendo modelos matemáticos e testando-os em experimentos de laboratório. "Os resultados iniciais são animadores," diz Yanjun.

O objetivo final é desenvolver três modelos diferentes, que vão mostrar como a microestrutura do alumínio reciclado é afetada por várias modificações na homogeneização durante os processos de extrusão e laminação.

Modelo de reciclagem

"Nós demonstramos que a ponto de escoamento das ligas pode ser aumentado em 50% modificando-se o processo de homogeneização. Em linguagem simples, isto significa que o material poderá ser dobrado muito mais antes de quebrar," afirma o pesquisador.

Segundo ele, o uso dos modelos matemáticos permitirá o uso do alumínio reciclado em virtualmente qualquer aplicação.

O que é uma boa notícia, uma vez que o aumento da reciclagem do alumínio está produzindo mais matéria-prima do que o setor de fundição consegue absorver.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br


publicado por adm | Quinta-feira, 25 Agosto , 2011, 23:38

Alta foi registrada na comparação com o mesmo período de 2010, segundo Associação Brasileira do Alumínio

 

O consumo brasileiro de produtos transformados de alumínio no primeiro semestre de 2011 somou 693,5 mil toneladas, volume 13,2% superior ao registrado no mesmo período de 2010, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

Para este ano, a associação estima um consumo de 1,417 milhão de toneladas, alta de 9,1% ante o ano anterior.

A Abal informou que o segmento de embalagens continuou como o principal consumidor de produtos de alumínio, com um participação de aproximadamente 28%.

Segundo a entidade, as vendas externas do setor nos primeiros seis meses do ano chegaram a US$ 2,064 bilhões, valor que inclui exportações de bauxita, alumina e alumínio.

As importações, por sua vez, somaram US$ 829 milhões. A projeção da Abal é que as exportações em 2011 atinjam US$ 4,450 bilhões e as importações, US$ 1,524 bilhão.

fonte:http://economia.ig.com.br


publicado por adm | Sexta-feira, 19 Agosto , 2011, 21:36

A preocupação com o meio ambiente está definitivamente na pauta de arquitetos e construtores. A busca por soluções sustentáveis tem norteado os projetos e a escolha dos materiais é cada vez mais criteriosa. Nesse contexto, o alumínio se mostra como opção viável tanto do ponto de vista ambiental quanto financeiro. Além da durabilidade e capacidade de reaproveitamento, o material é ideal para projetos que favorecem a iluminação natural. 

Na opinião do arquiteto especialista em projetos sustentáveis, Hernando Laguna, o alumínio oferece diversos benefícios. "Gosto de trabalhar com o alumínio. As esquadrias permitem maior área de vidro se comparada com a madeira, por exemplo, e possibilita melhor entrada de luz natural, reduzindo o consumo de energia elétrica", afirma. 

Para Laguna, o material oferece outros atrativos para projetos sustentáveis, como o melhor fechamento e menor abertura nas frestas. "Com menos pó e poluição, há uma melhora considerável na qualidade do ambiente interno", explica o arquiteto. "As esquadrias possibilitam o controle eficaz da temperatura e da umidade relativa do ar", complementa. 

 

Um projeto sustentável também prevê a minimização dos resíduos e a reutilização dos materiais. Nesses aspectos, o alumínio também se destaca. "Embora a madeira e ferro sejam materiais mais naturais, existe pouca chance de reutilização. Por esse motivo, aconselho o uso de metais que possam ser reciclados, preservando assim as reservas naturais e jazidas. O alumínio oferece essa possibilidade", afirma Laguna. 

Por serem bem mais leves que o ferro e a madeira, as esquadrias produzidas com alumínio diminuem os gastos estruturais das obras e, em muitos casos, não exigem fixação com cimento. O alumínio também é 100% reciclável e possui mais de 40 anos de vida útil sem apresentar danos causados pelas ações do tempo como a ferrugem encontrada nas esquadrias de ferro. 

Recompra de esquadrias para reciclagem 

Para contribuir com a causa ambiental e ainda auxiliar os clientes, a Epros, empresa especializada em esquadrias de alumínio personalizada, ampliou a oportunidade de reciclar esses materiais sem que os clientes demandem de tempo e mobilidade para reciclar as esquadrias antigas. "No momento que o cliente da Epros decide trocar as esquadrias, seja por reforma ou novo design, compramos a esquadria antiga e reciclamos", diz Adnei Fernandes, diretor financeiro da empresa. 

Na política adotada pela companhia, a esquadria precisa ter sido fabricada pela Epros e o material é comprado de acordo com a cotação do dia para o alumínio reciclável. Em outra ação sustentável, a empresa investe ainda na reutilização dos materiais descartados dentro da fábrica. A maior parte das sobras é destinada à reciclagem e o restante é aproveitado em atividades internas com os colaboradores da empresa, uma forma de reaproveitar o alumínio e dar uma nova forma as sucatas. O resultado dos melhores trabalhos desenvolvidos pelos funcionários é motivado pela conquista de premiações internas. A compra de duas máquinas da empresa italiana Emmegi também contribuiu para o melhor aproveitamento do material e redução de resíduos.

fonte:http://www.bonde.com.br/


publicado por adm | Domingo, 19 Junho , 2011, 18:12

 

 

Engajada com a necessidade de preservação dos recursos naturais e a sustentabilidade, a Zetaflex, fabricante de toldos e coberturas, tem em seu portfólio diversas opções de produtos constituídos em alumínio. A matéria-prima é encontrada com abundância no Brasil e tem como vantagem o fato de ser totalmente reciclável, favorecendo o reuso sem perder suas características.

Comparado a outros materiais, além de não enferrujar, o alumínio é indicado também pela capacidade de refletir os raios ultravioleta emitidos pelo Sol, dissipando rapidamente o calor e favorecendo o conforto térmico dos ambientes. As coberturas AeroTeto e AeroMax e o toldo Zetalum Califórnia são algumas das opções em alumínio oferecidas pela empresa.

Versátil, a cobertura AeroTeto é uma criação exclusiva da Zetaflex no ramo de cobertura que abre, para em qualquer posição intermediária e fecha, permitindo o controle total da iluminação e aeração. Por meio do sistema exclusivo Aeromatic, o abrir e fechar do produto tornou-se ainda mais facilitado, uma vez que é acionado confortavelmente por meio de controle remoto ou interruptor e, silenciosamente, faz as placas girarem até 90 graus.

Outro produto é o sistema Aeromax, única cobertura do mundo capaz de descobrir 2/3 da área onde é aplicado sem a necessidade de espaço adicional, diferentemente de outras coberturas retráteis do mercado. O sistema Aeromax apresenta as opções em alumínio ou policarbonato e também faz parte do enorme acervo de patentes da Zetaflex.

O Toldo Zetalum Califórnia, além de seu design tradicional e elegante, tem como grande diferencial, segundo o fabricante, o método construtivo, que não usa perfuração nas chapas de alumínio para fixação, tornando-o à prova de vazamentos.Soluções sustentáveis

fonte:http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/


publicado por adm | Domingo, 28 Novembro , 2010, 23:27

O mercado brasileiro de produtos metalúrgicos está sendo invadido pela China, que importa a matéria prima, minério de ferro, bauxita, e exporta bens industrializados. Os números assustam e deveriam preocupar o governo.

 

Não é novidade? É sim. Antes, as empresas chinesas, quase todas estatais, agiam com discrição, temendo reações. Como não surgiram, continuamos aceitando tudo, estão chegando com força total - ainda sob o olhar complacente do governo.

Mas importamos porque eles produzem mais barato! Não é bem assim. Eles têm custos menores porque subsidiam fortemente a produção - impostos, juros, protecionismo cambial, financiamentos às exportações - enquanto aqui se faz exatamente o oposto. Em uma frase, eles exportam subsídios e, nós, impostos.

É um processo de desindustrialização? A coluna já abriu espaço para a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, para a qual há desindustrialização, sim. O debate ganhou força com um documento interno do Ministério do Desenvolvimento, concordando. É um problema grave porque afeta toda indústria de metais, da siderúrgica ao alumínio.

A FGV realizou estudo sobre um caso especial, o alumínio, e apresentou conclusões impressionantes. Entre 2009 e 2010, as exportações chinesas para o Brasil de produtos industrializados de alumínio aumentaram, e muito. Este ano, 140% até outubro, sobre o mesmo período de 2009. Isso é mais grave porque também ocorre nos produtos siderúrgicos.

O estudo já foi encaminhado para o governo pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Seu presidente, Adjarma Azevedo, afirma que não se trata de setores isolados, mas de toda a cadeia produtiva do setor.

Ela inclui alumina (óxido de alumínio), alumínio primário, transformado - como folhas e chapas. É neste último que a China vem avançando velozmente, afirma Azevedo. As importações dobraram em dez meses, até outubro. Um aumento de 103%.

Mas a produção brasileira de bauxita e outros minérios, como ferro, vem aumentando, argumenta a coluna.

De exportador para importador? Sim, responde Azevedo, mas a importação dos demais produtos derivados, como o alumínio aumenta proporcionalmente muito mais. "A FGV e a Abal estimam que, em 2012, em apenas dois anos, portanto, o Brasil passa de exportador para importador de alumínio. É isso o que o estudo da FGV confirma. E nos inquieta. Já levamos o assunto ao governo."

O Brasil é o terceiro produtor mundial de bauxita e alumina e é um grande exportador, mas, vemos perder terreno no mercado mundial na medida em que minério vai se transformando em produtos industrializados, diz ele.

E dá um exemplo. O Brasil continua avançando muito na produção do minério de alumínio, bauxita. Em 2000, ele representava 10% da produção mundial e, no ano passado, pulou para 13%. Ganhou espaço. A produção de alumina, o primeiro processo proveniente da bauxita refinada, passou de 7% para 10%, no período. Mas quando chegamos aos produtos acabados, finais, a participação brasileira manteve-se em apenas 2% do mercado mundial.

"Passamos a exportar mais minério e a importar mais produtos acabados, criando empregos no exterior, não no Brasil."

O estudo da FGV também aponta como causa dessa perda de competitividade para a China a carga tributária, juros, câmbio e principalmente o alto custo da energia

No Brasil, os impostos representam 35,8% do PIB enquanto que na China é 23%, nos Estados Unidos 31,7%, no Japão 31% e na Coreia do Sul, 30,9%. Mas o peso principal é o custo da energia. No Brasil, ele é em média 140% maior que nos na África, Austrália, Oriente Médio.

"De acordo com a Aneel, as tarifas industriais de energia aumentaram 189% entre 2001 e 2009 enquanto a inflação medida (IGP-M), foi de 87% no período. Em seis anos, o custo médio de energia aumentou 129%" , diz a FGV.

Os EUA, o Canadá, a União Europeia, a Índia e a Austrália, que sofrem a mesma concorrência, já estão aplicando medidas de defesa.

"É urgente que o governo brasileiro adote medidas de defesa comercial, antes que a desestruturação da indústria se torne irreversível", alerta Azevedo.

fonte:estadao


publicado por adm | Sábado, 18 Setembro , 2010, 20:31

A produção brasileira de alumínio primário alcançou 131,6 mil toneladas em agosto, marcando alta de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado, informou hoje a Associação Brasileira do Alumínio (Abal). No acumulado dos oito primeiros meses do ano, foram produzidas 1,023 milhão de toneladas, praticamente no mesmo nível do volume registrado de janeiro a agosto de 2009 (1,028 milhão de toneladas).

Só a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) - do grupo Votorantim - produziu 40,4 mil toneladas no mês passado, com alta de 0,5% em um ano. Na mesma base de comparação, o volume da Albras - subsidiária da Vale no Pará - também avançou 0,5%, chegando a 38,7 mil toneladas, enquanto a produção da BHP Billiton no Maranhão teve alta de 0,7%, para 14,8 mil toneladas.

Na Alcoa - que tem unidades em Poços de Caldas (MG) e em São Luís (MA) -, a alta foi a mais expressiva, de 9,8% em um ano, com a produção de 30,2 mil toneladas em agosto. Na contramão, a produção da Novelis em Ouro Preto (MG) e Aratu (BA) caiu 11,8%, para 7,5 mil toneladas.

fonte:economia.uol


publicado por adm | Domingo, 09 Maio , 2010, 15:15

Mostra Mac 30 Anos aposta na reinvenção do metal, com cores tropicais. Arquitetos decoram 12 espaços com as tendências da coleção 2010, que tem salas de estar, jantar e áreas externas ainda mais modernas e versáteis

Rio - A Mostra MAC 30 Anos — acessórios e móveis — aposta na reinvenção do alumínio, agora com tons vibrantes. Peças com desenho arrojado marcam a estreia de um novo conceito de loja. A rede está há três décadas em cidades mineiras e chegou há três anos e meio no Rio. Profissionais como Cadas Abranches, Pedro Paranaguá, Duda Porto, Ana Luiza Rothier e Caco Borges assinam 12 ambientes expostos em mil em metros.

Há espaços como sala de estar e spa — projeto do arquiteto Erick Figueira, criado com a finalidade de trazer bem estar e relaxamento para momentos de estresse. O ambiente é todo em tons de azul e branco e segue uma tendência da moda — o estilo navy.

“Estamos fazendo um produto de vanguarda. A nova linha tem muita chapa de alumínio em tons vibrantes. São móveis bonitos, funcionais e ultra resistentes, inspirados no design italiano contemporâneo, mas com o nosso colorido tropical”, explica Marcio Assunção Cecílio, designer e proprietário da marca.

O diretor da Mac, Artur Fernandes, ressalta que o alumínio — aliado com outros elementos, como a madeira — faz a diferença e será visto em vários projetos da mostra. Segundo ele, a empresa produz em seu parque industrial móveis exclusivos em alumínio, fibra sintética e madeira Cumaru, com certificação do Ibama. O evento funciona de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 20h, na Avenida das Américas 14.533. Aos domingos e feriados, a mostra estará aberto das 13h às 19h. Entrada é gratuita.

fonte:http://odia.terra.com.br


publicado por adm | Terça-feira, 27 Abril , 2010, 23:51

Metal diminui em até 50% o peso dos veículos e aprimora sua performance e potência

A retomada de vendas de veículos - que foi favorecida pela redução do IPI - deu novo fôlego para um segmento de negócios que já apresentava vendas em alta: a utilização do alumínio no setor de autopeças. Líder mundial em laminados e reciclagem, a Novelis é uma das empresas que vêm ampliando suas vendas para este setor e prevê incremento de negócios em função das crescentes aplicações do metal nessa indústria, especialmente para a fabricação de peças de automóveis e ônibus.


No Brasil, a Novelis fornece chapas industriais para a confecção de peças automotivas e mantém uma parceria com a empresa Scórpios Indústria Metalúrgica Ltda.. Esta peça era importada até 2002, período em que a Scórpios passou a produzi-la e comercializá-la no mercado interno, graças a esta parceria, na qual a Novelis fornece a matéria-prima.


"A oportunidade das montadoras adquirirem os defletores de calor no Brasil possibilitou uma redução de custos e eliminou problemas com questões como frete e câmbio," destaca o gerente comercial da Scórpios, Flávio C. Trovo.


De acordo com o gerente comercial, Antonio Carlos de Assis, há possibilidade de o mercado brasileiro incrementar o uso do alumínio em carros, o que já ocorre na Europa e nos Estados Unidos. No exterior, por exemplo, a Novelis Inc. será a única fornecedora de chapas de alumínio para o novo sedan Jaguar XJ. De acordo com a montadora, o carro com estrutura de alumínio fará o XJ pelo menos 150 quilos mais leve quando comparado a seus principais concorrentes, aprimorando, assim, sua performance. O uso do metal também oferecerá maior resistência, requinte e segurança ao veículo.


"Há muito espaço para inovação. O uso deste metal no setor de transporte diminui o peso do veículo, e, consequentemente, aprimora sua potência e traz maior rentabilidade às empresas," informa Assis.


É importante ressaltar também que, entre as qualidades do alumínio, está o fato de ser um metal que pode ser infinitamente reciclado, sem perder suas características originais. "O mundo no século XXI pensa constantemente na conservação do meio ambiente e em práticas sustentáveis para os negócios. E o alumínio é o material ideal para esse cenário," observa o executivo.


Enquanto empresa que busca trabalhar em conjunto com clientes no Brasil para atender às suas necessidades e se antecipar a elas, a Novelis prevê desenvolver novos produtos que atendam às demandas das montadoras.


QUALIDADE E SEGURANÇA


Carros, caminhões e ônibus que utilizam alumínio em sua estrutura são mais rápidos e econômicos. A substituição do aço ou do ferro fundido por alumínio, em aplicações do setor automotivo, pode diminuir em até 50% do peso do veículo, aprimorando, assim, o seu desempenho.


O alumínio, por ser mais leve do que os demais metais, também permite maior capacidade de carga, com menor consumo de combustível e emissão de poluentes ao meio ambiente. Além disso, esse metal absorve duas vezes mais a energia de impacto em uma colisão e oferece o dobro da resistência quando comparado ao aço.

Fonte:www.oserrano.com.br


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